Várzea Grande
DAE-VG implanta equipe própria de leituristas para tornar leitura e entrega de faturas mais ágeis
Várzea Grande
O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) iniciou uma nova etapa na prestação dos serviços de atendimento ao consumidor com a implantação de sua equipe própria de leituristas. Os profissionais já estão atuando em diversos bairros do município, realizando a leitura dos hidrômetros e a entrega dos talões impressos diretamente nas residências.
A medida tem como objetivo proporcionar mais eficiência, agilidade e transparência ao processo de leitura do consumo de água, além de fortalecer o relacionamento entre a autarquia e a população.
O DAE-VG informa que todos os leituristas estão devidamente uniformizados e identificados. A autarquia solicita a colaboração dos moradores que possuem hidrômetros instalados no interior dos imóveis, bem como de síndicos e administradores de condomínios, para que autorizem a entrada das equipes, garantindo a realização correta da leitura.
Além disso, o Departamento orienta os consumidores a verificarem periodicamente as condições das caixas d’água, das boias e dos hidrômetros. Equipamentos com defeitos, vazamentos ou funcionamento inadequado podem provocar aumento no consumo e, consequentemente, refletir no valor da fatura.
O DAE-VG esclarece, ainda, que, durante os primeiros 20 dias de atuação da nova equipe, algumas faturas poderão apresentar valores acima do habitual em razão da regularização e do início do novo processo de leitura. Caso o consumidor identifique qualquer divergência ou tenha dúvidas sobre a cobrança, poderá procurar o Departamento Comercial do DAE-VG para análise e regularização da situação, caso seja constatada alguma inconsistência.
A implantação da equipe própria de leituristas faz parte das ações de modernização da autarquia e reafirma o compromisso do DAE-VG em oferecer um serviço cada vez mais eficiente, transparente e próximo da população de Várzea Grande.
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Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora
O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.
Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.
“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.
Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.
Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.
Entenda o caso
A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.
A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.
Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.
O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.
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