Política
Investimentos em infraestrutura ampliam eficiência e segurança nas unidades do TJMT
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Melhorar as condições de atendimento ao cidadão e oferecer ambientes mais adequados para magistrados e servidores são alguns dos objetivos das obras de infraestrutura executadas pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Durante a atual gestão, importantes intervenções já foram concluídas e outras seguem em andamento em diferentes regiões do estado, dentro do planejamento estratégico da instituição.As ações contemplam reformas, ampliações, novas edificações e melhorias voltadas à segurança, acessibilidade, sustentabilidade e ampliação da capacidade de atendimento à população em todas as comarcas. Essas intervenções envolvem serviços como troca de coberturas e telhados, reformas de banheiros, substituição de pisos e revestimentos, pintura, adequações elétricas e de cabeamento lógico, esquadrias, drenagem, climatização e melhorias hidrossanitárias.
Segundo o coordenador de Infraestrutura do TJMT, Roberto Cyríaco da Silva, cada intervenção é resultado de planejamento técnico e de estudos voltados às necessidades específicas de cada unidade judicial.“Todas as obras executadas pela Coordenadoria de Infraestrutura seguem um planejamento previamente estabelecido, considerando as demandas de cada comarca, o crescimento da prestação jurisdicional e as diretrizes definidas pelo Planejamento Estratégico do Tribunal e pelo Conselho Nacional de Justiça. Nosso compromisso é garantir que cada empreendimento seja executado dentro do cronograma previsto, com qualidade e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos, proporcionando ambientes mais seguros, modernos e adequados para magistrados, servidores e cidadãos”, afirmou.
As intervenções fazem parte da política de modernização da infraestrutura do Judiciário mato-grossense, alinhada ao Planejamento Estratégico Institucional e às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). As obras buscam adequar os espaços físicos às demandas atuais da prestação jurisdicional, ampliar a capacidade operacional das unidades e oferecer ambientes mais funcionais, acessíveis e ambientalmente sustentáveis para todos os usuários da Justiça.
Capital e Várzea Grande
Na Capital, uma das principais entregas foi a reforma do Juizado da Infância e Adolescência de Cuiabá, que recebeu ampla modernização em uma área de 3.019,41 metros quadrados, proporcionando melhores condições de atendimento e de trabalho às equipes da unidade.
Outra importante entrega foi o novo prédio do Departamento de Material e Patrimônio (DMP), com 2.054,97 metros quadrados, estrutura que fortalece a gestão patrimonial, amplia a capacidade de armazenamento e contribui para maior eficiência administrativa do Tribunal.Já o Fórum de Cuiabá está recebendo melhorias nas guaritas de acesso, incluindo novo estacionamento pavimentado, implantação de cobertura com geração de energia solar e reestruturação do sistema de controle de acesso, reforçando a segurança das instalações.
Em Várzea Grande, foi entregue uma nova área de estacionamento no Fórum da comarca, ampliando o número de vagas e oferecendo mais comodidade para servidores, magistrados e cidadãos.Na sede do Tribunal, o estacionamento destinado aos visitantes está recebendo cobertura para proporcionar mais conforto aos usuários. Também foi concluída a ampliação do Anexo Desembargador Atahide Monteiro, com a construção de mais 12 gabinetes destinados às atividades jurisdicionais.
Outro investimento estruturante em andamento é a construção do edifício-garagem destinado aos servidores. O projeto ampliará a capacidade de estacionamento de 120 para 350 vagas, distribuídas em três pavimentos, com infraestrutura preparada para futura instalação de placas fotovoltaicas integradas à usina de energia do Tribunal. A obra tem prazo de execução de 18 meses e busca melhorar a mobilidade, a segurança e o acesso ao complexo do Judiciário.Interior
No interior do estado, as entregas contemplam diferentes regiões e refletem o processo contínuo de modernização da infraestrutura das comarcas.
Entre as obras concluídas estão as reformas e ampliações dos Fóruns de Tapurah, Campo Verde e Alto Araguaia. Em Sorriso foi executada a implantação de espaços destinados ao arquivo e armazenamento de materiais apreendidos.
O programa de investimentos também mantém diversas obras em execução. Estão em andamento as reformas e ampliações dos fóruns de Sinop, Paranatinga, Comodoro, Cáceres, Diamantino, Colniza, Campo Verde, Sorriso e Alto Araguaia.Na área de sustentabilidade, o Tribunal também avança com a implantação de sistemas de geração de energia solar nas comarcas de Campinápolis, Cotriguaçu, Nova Monte Verde, Novo São Joaquim e Ribeirão Cascalheira, medida que contribuirá para a redução de custos operacionais e para o fortalecimento da política ambiental da instituição.
O diretor do Departamento de Obras da Coordenadoria de Infraestrutura (Cinfra), Diogo Gonçalves destaca que o acompanhamento permanente das obras permite manter o cronograma e assegurar que as soluções adotadas atendam às características de cada localidade.
“Cada obra possui particularidades que exigem acompanhamento técnico constante, desde a elaboração dos projetos até a entrega final. Trabalhamos para que todas as etapas ocorram dentro dos prazos estabelecidos e em conformidade com as normas técnicas e institucionais. O objetivo é entregar estruturas que atendam às necessidades atuais do Judiciário, ampliem a eficiência dos serviços e ofereçam melhores condições de trabalho aos servidores e magistrados, além de mais conforto e segurança para a população”, explicou.
Autor: Ana Assumpção
Fotografo: Assessoria-TJMT
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
Política
CNJ abre inscrições para o Prêmio Pena Justa de Jornalismo e Comunicação
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está com inscrições abertas para a primeira edição do Prêmio Pena Justa/CNJ de Jornalismo e Comunicação iniciativa que vai reconhecer produções jornalísticas e de comunicação que contribuam para qualificar o debate público sobre o sistema penal brasileiro. As inscrições são gratuitas e seguem até 17 de agosto.
A premiação integra o Plano Pena Justa e conta com apoio técnico do Programa Fazendo Justiça.
Podem participar jornalistas, estudantes de Jornalismo, assessorias de comunicação, universidades e pessoas privadas de liberdade ou egressas. São aceitos trabalhos produzidos entre 14 de agosto de 2025 e 14 de agosto de 2026. Na categoria “Pessoas privadas de liberdade e egressas”, não é exigida publicação prévia, desde que o conteúdo tenha sido produzido nesse período.
Categorias
– Jornalismo – Texto: reportagens publicadas em veículos impressos, portais, sites de notícias e projetos jornalísticos digitais.
– Jornalismo – Áudio: reportagens de rádio, podcasts ou conteúdos jornalísticos em áudio, com duração de até 40 minutos.
– Jornalismo – Vídeo: reportagens veiculadas em TV, plataformas digitais ou canais jornalísticos, com duração de até 60 minutos.
– Fotojornalismo: fotografias publicadas em contexto jornalístico.
– Assessorias de Comunicação: conteúdos jornalísticos aprofundados sobre o sistema penal produzidos por assessorias do Judiciário, do sistema de justiça ou do Poder Executivo.
– Universidades: produções jornalísticas em texto, áudio ou vídeo elaboradas por estudantes em veículos-laboratório ou projetos acadêmicos.
– Pessoas privadas de liberdade e/ou egressas: categoria não jornalística destinada a conteúdos de comunicação em texto, áudio, vídeo ou imagem, sem exigência de publicação prévia.
Eixos temáticos
Os trabalhos devem abordar um dos oito eixos previstos no regulamento: relação entre sistema penal e segurança pública; responsabilizações proporcionais; realidade carcerária; reintegração social; populações com vulnerabilidade acrescida; políticas públicas, legislação e jurisprudência; controle, governança e transparência; e implementação do Plano Pena Justa.
Temas de interesse
Entre os temas de interesse estão superlotação e condições das unidades prisionais, alternativas ao encarceramento, trabalho e educação no sistema prisional, políticas de ressocialização, saúde física e mental, acesso à Justiça, transparência de dados, questões raciais e desafios para implementação de políticas públicas na área penal.
Produções de alcance local, regional e nacional concorrem em igualdade de condições. A avaliação levará em conta apenas a relevância, a qualidade e a originalidade ou criatividade dos trabalhos.
Premiação
Os três finalistas de cada categoria receberão certificado do CNJ e terão seus trabalhos publicados em um e-book da premiação. Os vencedores ganharão troféu ou placa comemorativa, viagem a Brasília para participar da cerimônia de premiação, visita à Casa da ONU e uma viagem para conhecer iniciativas do programa Fazendo Justiça na área penal, com todas as despesas custeadas pela organização.
Na categoria “Pessoas privadas de liberdade e egressas”, caso o vencedor ainda esteja em unidade prisional, o prêmio será um curso profissionalizante na área da comunicação, na modalidade de Ensino a Distância (EAD), além de material didático.
Com informações da Agência CNJ de Notícias
Autor: Marcia Marafon
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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