Polícia Federal

PF intensifica fiscalização na fronteira com o Paraguai durante o mês de dezembro

Publicado em

Polícia Federal

Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal intensificou, neste mês de dezembro, as ações de fiscalização na aduana da Ponte Internacional da Amizade, principal ligação terrestre entre Brasil e Paraguai. A medida ocorre em razão do aumento do fluxo de pessoas e veículos típico do período de fim de ano.

Nesta segunda-feira (01/12), equipes da PF realizaram operações reforçadas no local, com apoio de cães farejadores na inspeção das pistas de entrada no país. Os policiais abordaram veículos, vistoriaram passageiros, bagagens e cargas, buscando identificar e reprimir práticas criminosas.

Ao longo de dezembro, novas operações estão previstas com foco na prevenção e no combate aos crimes transfronteiriços, especialmente o tráfico de drogas e armas, além do contrabando. A atuação, porém, não ficará restrita à aduana: outros pontos estratégicos da região de fronteira também receberão reforço policial para inibir ações de organizações criminosas.

A intensificação das atividades integra o esforço permanente da Polícia Federal para fortalecer a segurança na fronteira mais movimentada do país e proteger a sociedade brasileira contra ilícitos internacionais.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
[email protected]
@pffoz

Fonte: Polícia Federal

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia Federal

Projeto pune com prisão e multa quem aumentar preço de combustível sem justa causa

Publicados

em

O Projeto de Lei 1625/26, do Poder Executivo, pune com detenção de 2 a 5 anos quem aumenta, sem justa causa, o preço dos combustíveis. Considera-se sem justa causa o aumento que não estiver fundamentado em fatores econômicos legítimos, como a variação dos custos de produção.

Os culpados ainda poderão pagar multa de 100 a 500 dias-multa. O valor, de acordo com o salário mínimo em vigor, pode variar entre R$ 5.403 e R$ 4.052.500.

Dano social
O ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, afirma que a elevação injustificada dos preços dos combustíveis apresenta elevado potencial de dano social.

“Seus efeitos repercutem por toda a cadeia produtiva, influenciando custos de transporte, alimentos e serviços, e produzindo impactos inflacionários que atingem de maneira mais intensa as camadas socialmente mais vulneráveis”, critica o ministro.

“A prática extrapola interesses individuais e afeta de forma difusa a coletividade”, acrescenta.

Lima e Silva ressalta que a punição se restringe a situações de abuso evidente, sem criminalizar variações legítimas de preços.

Atividades
As penas valem para as seguintes atividades da indústria de abastecimento de combustíveis:

  • produção, importação, exportação, refino, beneficiamento, tratamento, processamento, transporte, transferência, armazenagem, estocagem, distribuição, revenda, comercialização, avaliação de conformidade e certificação de petróleo, gás natural e seus derivados;
  • produção, importação, exportação, transporte, transferência, armazenagem, estocagem, distribuição, revenda e comercialização de biocombustíveis, avaliação de conformidade e certificação de sua qualidade.

Aumento de pena
As penas poderão ser aumentadas de 1/3 até a metade se a conduta ocorrer durante calamidade pública, crise de abastecimento ou instabilidade relevante do mercado fornecedor.

Outra hipótese para aumento da pena é a prática por agente econômico que detenha posição dominante no mercado.

A posição dominante ocorre quando:

  • uma empresa ou grupo de empresas for capaz de alterar unilateral ou coordenadamente as condições de mercado; ou
  • controlar 20% ou mais do mercado.

Esse percentual pode ser alterado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para setores específicos da economia.

Próximos passos
O projeto tramita em regime de urgência constitucional na Câmara dos Deputados.

Repórter – Francisco Brandão
Edição – Natalia Doederlein

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA