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Fluminense perde de virada para Independiente Rivadavia e se complica na Libertadores

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O Independiente Rivadavia surpreendeu ao vencer o Fluminense por 2 a 1, de virada, nesta quarta-feira (15), no Maracanã, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Guilherme Arana abriu o placar para o Tricolor, mas Fabrizio Sartori e Alex Arce garantiram os pontos aos argentinos. Com o resultado, o Flu amarga a terceira posição no Grupo C com apenas um ponto e ainda sem triunfos, enquanto o Rivadavia soma seis e lidera isolado.

O jogo

O Fluminense saiu na frente aos 9 minutos: Savarino cruzou pela direita e Guilherme Arana dominou na área para finalizar com precisão. O empate veio aos 36, em falta cobrada na área carioca – Leonard Costa achou Fabrizio Sartori, que cabeceou para o fundo das redes.

No segundo tempo, aos 5, o contra-ataque argentino desmontou a defesa tricolor: Fábio derrubou Sebastián Villa na área, mas a sobra caiu nos pés de Alex Arce, que não desperdiçou e virou o jogo.

Próximos jogos

Fluminense
Jogo: Santos x Fluminense
Competição: Brasileirão Série A – Rodada 12
Data: 19/04/2026 (domingo)
Horário: 16h (Brasília)
Local: Vila Belmiro

Rivadavia
Jogo: Banfield x Rivadavia
Competição: Campeonato Argentino – Rodada 14 (Apertura)
Data: 20/04/2026 (segunda-feira)
Horário: 17h15 (Brasília)
Local: Estádio Florencio Sola, Buenos Aires (ARG)

FICHA TÉCNICA
Fluminense 1 x 2 Rivadavia
Competição Copa Libertadores – Rodada 2 (Grupo C)
Local Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data 15/04/2026 (quarta-feira)
Horário 21h30 (Brasília)
Cartões Amarelos Wesley Natã (Fluminense); Matías Fernández, Bonifacio, Sartori e Bolcato (Rivadavia)
Cartões Vermelhos Nenhum
Gols Guilherme Arana (9′ 1ºT, Fluminense); Fabrizio Sartori (36′ 1ºT, Rivadavia); Alex Arce (5′ 2ºT, Rivadavia)
Arbitragem Árbitro: Jhon Ospina (COL)
Escalação Fluminense Fábio; Samuel Xavier (Guga), Ignácio (John Kennedy), Freytes, Guilherme Arana; Martinelli, Hércules (Bernal), Ganso (Serna), Savarino, Canobbio (Wesley Natã) e Rodrigo Castillo.
Técnico: Luis Zubeldía
Escalação Rivadavia Bolcato; Bonifacio (Elordi), Leonard Costa, Studer, Luciano Gómez (Osella); Bottari, José Florentín, Matías Fernández (Ríos); Sartori (Villalba), Arce (Bucca) e Villa.
Técnico: Alfredo Berti

Fonte: Esportes

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.

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