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MDB aposta em chapa forte e destaca protagonismo feminino para 2026

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Mesmo diante das recentes baixas, o deputado estadual Juca do Guaraná Filho afirmou que o MDB já possui uma chapa competitiva para a disputa das eleições de 2026, especialmente no âmbito estadual.

De acordo com o parlamentar, o partido conta atualmente com cerca de 25 a 26 pré-candidatos a deputado estadual, formando um grupo considerado forte e equilibrado.

“A chapa está muito boa, com bons nomes. Estamos organizados e confiantes no resultado”, destacou.

Juca também enfatizou o papel das mulheres dentro da construção política do MDB, afirmando que o partido tem priorizado candidaturas femininas com real potencial eleitoral, e não apenas para cumprimento de cota.

“São mulheres de voto. Não estamos colocando mulheres apenas para fazer número. São nomes que vêm para somar e disputar de verdade uma vaga na Assembleia”, afirmou.

Entre os exemplos citados, ele mencionou a coronel Vânia e a delegada Edileuza, além de outras lideranças femininas que devem integrar o projeto eleitoral da sigla.

Com esse cenário, o deputado projeta a manutenção da atual bancada do MDB na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Temos condições de eleger quatro deputados estaduais e manter o nosso número”, concluiu.

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Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição

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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.

Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.

Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.

Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.

“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.

Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.

A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.

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