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Qualificação abre novas oportunidades na ressocialização de reeducandos da penitenciária de Rondonópolis

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Vinte reeducandos da Penitenciária Major Eldo de Sá Corrêa, em Rondonópolis, concluíram nesta semana o curso de qualificação em panificação e confeitaria. Mais do que aprender uma nova profissão, cada participante deu um passo rumo à reconstrução da própria história e de novas oportunidades.

O curso integra as atividades de qualificação profissional e reintegração social por meio da educação e do trabalho, desenvolvidas pela penitenciária, que é a segunda maior unidade prisional do Estado a ser administrada pela Secretaria de Estado de Justiça (Sejus).

A entrega dos certificados do curso, realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) de Mato Grosso, foi realizada nesta sexta-feira (4.7).

Os convidados foram recebidos com uma mesa preparada com pães, bolos e doces preparados pelos reeducandos. Cada receita trazia o sabor da superação e o desejo de um futuro diferente.

“Este momento simboliza mais do que o fim de um curso. É o início de novos caminhos, de oportunidades e de dignidade resgatada”, destacou a pedagoga da penitenciária, Creuza Rosa Ribeiro.

A qualificação foi promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e contou com apoio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF), do Tribunal de Justiça. Participaram do encerramento da qualificação representantes do Senac, do Poder Judiciário local, da Obra Kolping, servidores e policiais penais.

A Penitenciária de Rondonópolis desenvolve diversas atividades de ressocialização e educativas com os reeducandos. A unidade prisional oferta salas para educação do ensino fundamental ao pré-vestibular, biblioteca, laboratório de informática para aulas de educação a distância; e ainda oficinas laborais de marcenaria, padaria, corte e costura, serigrafia e horticultura.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual

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A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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