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Força Tática prende suspeito de esfaquear homem e agredir esposa em Cuiabá

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam um homem, de 43 anos, suspeito pelos crimes de tentativa de homicídio e violência doméstica, neste domingo (31.5), em Cuiabá. O suspeito foi detido em flagrante após esfaquear um homem e agredir a esposa, dentro de uma residência.

De acordo com o boletim de ocorrência, a equipe policial foi acionada após denúncias de que um homem estaria armado em frente a uma tabacaria, no bairro CPA 2. Ao chegar ao local, os policiais foram informados por testemunhas de que o indivíduo havia deixado o endereço em uma motocicleta.

Ainda no local, os policiais identificaram rastros de sangue que levavam até uma quitinete situada no piso superior do estabelecimento. Ao seguir os vestígios, a equipe localizou e abordou um homem no interior da residência.

Para a PM, suspeito confessou ter esfaqueado um homem, que não estava mais no local, e agredido a sua esposa, momentos antes. Dentro da casa, foi localizada uma faca com marcas de sangue e a vítima das agressões caída no chão, com ferimentos pelo corpo.

Em depoimento, a mulher disse que foi agredida com diversos socos e que caiu no chão devido a violência e força do suspeito. Uma equipe do Samu compareceu ao endereço e fez o resgate da vítima, que foi encaminhada para uma unidade de saúde.

Em seguida, a PM recebeu informações de que um homem, com as mesmas características descritas, teria dado entrada em outra unidade hospitalar com ferimento de faca no corpo.

Diante da situação, o suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Fonte: PM MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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