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Uma das propostas da Chapa 01 é lutar pela regulamentação definitiva das cirurgias estéticas faciais

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Harmonização Facial – chamada de HOF entre os profissionais – é uma especialidade da odontologia e que mais atraem jovens cirurgiões-dentistas

A Chapa 1: CRO – MT No Caminho Certo tem como proposta atuar para a regulamentação definitiva das cirurgias estéticas faciais. Aliás,  a Chapa 1 tem um diferencial: duas representantes que são professoras de HOF e como ninguém, conhecem as oportunidades e os desafios dessa especialidade da odontologia.

Como reforça a drª Alessandra Porto, profissional que integra a Chapa 1, destaca que além dela, a também colega de profissão, de especialidade e de Chapa, a drª Caroline Scabeni, têm conhecimento técnico e vão atuar para a rápida regulamentação das cirurgias estéticas faciais. “Precisamos atuar para defender o cirurgião-dentista que opta por essa especialização. Investe e se dedica na absorção de conhecimentos e por isso precisa de toda a segurança jurídica para seguir ampliando o conhecimento”.

Ainda conforme a drª Alessandra, o CRO MT dará força à regulamentação e a segurança que cada profissional necessita. Atualmente, dentro das especialidades que a odontologia oferece, a HOF é das mais buscadas, especialmente pelos dentistas mais jovens. “A Chapa 1 já tem propostas de apoio e fomento para os recém-formados, agora com a mais essa bandeira assumida, vamos fortalecer a profissão em Mato Grosso e proporcionar cada vez mais obtenção de conhecimento. Quem mais ganha é a população que estará nas mãos de especialistas regulamentados para atuação em HOF”.
As eleições para nova diretoria do CRO MT serão realizadas no próximo dia 28, apenas na modalidade presencial e por correspondência.

CONHEÇA A CHAPA 1: ‘CRO – MT NO CAMINHO CERTO’

– Drª. Natácia Romio
CRO/MT 7604

– Drº. Carlos Henrique Soares da Fonseca/Sinop
CRO/MT 1176

– Drª. Alessandra Porto
CRO/MT 2310

– Drº. Fabrício Amâncio de Carvalho
 CRO/MT 4236

– Drª. Caroline Scabeni
CRO/MT 5358

– Drº. Alessandro Tadeu Corrêa Marques
CRO/MT 2434

– Drº. Danilo Falcão de Arruda
CRO 2561-MT

– Drº. Diego Mendes Engel
CRO/MT 7289

– Drª. Samara Valêncio Araruna
CRO/MT 4561

– Drª. Wânia Dantas
CRO/MT 1986

Fonte: Mato Grosso

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Como fundações privadas impulsionam o desenvolvimento humano?

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Se o Estado não alcança e nem o mercado se interessa, quem assume a responsabilidade pelo futuro? A pergunta não é apenas retórica, mas o ponto de partida para compreendermos o papel da sociedade civil organizada na contemporaneidade, afinal, como bem observa o pensador Jean-Jacques Chevallier, o chamado “Estado Pós-Moderno” é aquele que reconhece suas limitações e admite que os problemas de massa não podem mais ser resolvidos exclusivamente pelo aparato governamental. Nesse novo paradigma, é que proponho uma reflexão sobre o papel do chamado Terceiro Setor e principalmente das fundações privadas.Segundo a nossa legislação, as fundações, embora entidades privadas, desempenham atividades de relevância pública e social que sustentam os pilares de uma nação: educação, saúde, proteção do meio ambiente, assistência social, defesa da ética, cidadania e fomento à pesquisa.É preciso em um primeiro momento desmistificar a ideia de que fundações privadas existem apenas para a filantropia e o assistencialismo paliativo. Embora esse tipo de apoio imediato seja vital, deve-se avançar para compreendê-las como peças chaves que ocupam espaço estratégico muito maior no Terceiro Setor. Elas operam onde o Estado se mostra lento e onde a economia de mercado não encontra incentivos financeiros. Ao atuar nessas “zonas de sombra”, as fundações tornam-se o braço executor do Investimento Social Privado e da agenda de ESG (Environmental, Social and Governance) — pilar central do capitalismo consciente, onde o sucesso corporativo está intrinsecamente ligado à promoção de um ambiente socialmente desenvolvido.Mas isso não esgota o tema. Um dos pontos mais desconhecidos pelo público é a capacidade operacional dessas entidades. Uma fundação privada pode exercer atividades econômicas comuns, produzindo bens ou prestando serviços. A grande diferença não reside na forma de arrecadação, mas no destino do capital. Diferente de uma empresa comercial, o superávit de uma fundação é obrigatoriamente reinvestido em suas finalidades altruístas. É a eficiência da gestão privada sendo integralmente convertida em benefício público, permitindo que a própria sociedade gere recursos para financiar sua evolução. Dessa forma, as fundações podem ocupar uma posição estratégica dentro de uma política desenvolvimentista, atuando como núcleos de inovação e execução que aceleram o progresso nacional de forma sustentável e responsável.Por isso que a importância das fundações privadas está diretamente ligada ao fortalecimento de uma pauta de desenvolvimento nacional que não dependa apenas do governo de turno. O envolvimento nessas instituições é, em última análise, uma forma poderosa de cidadania ativa e de participação política, permitindo que o indivíduo ou a empresa influenciem diretamente o interesse público e coletivo sem depender de estruturas partidárias.Este setor fundamental precisa ser melhor compreendido para que possa ser ampliado. Por isso quero deixar neste texto uma mensagem para o leitor sentir-se devidamente convocado: conhecer melhor o funcionamento das fundações privadas, entender seu impacto e, quem sabe, tornar-se o instituidor de uma nova iniciativa. Transformar o Brasil exige mais do que votos; exige a coragem de organizar a sociedade para resolver, por conta própria, os desafios que o futuro nos impõe.*Renee do Ó Souza é promotor de Justiça em Mato Grosso, titular da Promotoria de Velamento de Fundações em Cuiabá e Várzea Grande, doutorando e Mestre em Direito e professor e autor de direito.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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