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Casa Cuiabana recebe projeto que oferta oficinas gratuitas e R$ 10,5 mil em prêmios a empreendedores periféricos

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O projeto itinerante “Onde Há Rede, Há Renda” está com inscrições abertas até esta quinta-feira (20.11) para oficinas gratuitas que visam fomentar o empreendedorismo periférico. As atividades serão realizadas entre os dias 25 e 29 de novembro, no Centro Cultural Casa Cuiabana, com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Ao todo, são 150 vagas para as oficinas presenciais de “Educação Financeira”, “Economia Criativa” e “Inclusão Digital” que ofertam mais de R$ 10,5 mil em prêmios para participantes selecionados.

“O projeto é focado no desenvolvimento de negócios, de redes e coletivos. O Movimento Cidade Projetos Criativos acredita que cidades são pessoas e que o coletivo pode construir dignidade e transformação social através de uma ferramenta poderosa, que é o conhecimento”, destacou Gabriela Duque, diretora de programação da iniciativa.

Cada capacitação, com 20 horas de carga horária, tem 50 vagas. Podem se inscrever povos originários, quilombolas e moradores de regiões periféricas com idade mínima de 18 anos. Essas pessoas precisam ser empreendedoras e integrar redes e coletivos, ou possuir interesse em formar uma rede vinculada à economia criativa.

“O projeto atende esse público específico, por ele, muitas das vezes, não ter oportunidades. Ele vê no empreendedorismo uma necessidade, mas não tem as ferramentas corretas para ter o sucesso, uma gestão financeira, ferramentas de marketing e divulgação e vendas dos negócios. É um público que representa 70% da população empreendedora e que gira uma economia muito grande”, destacou Gabriela.

Os inscritos passarão por análise da organização, a qual divulgará o resultado da seleção no dia 21 de novembro. Os selecionados vão receber, por e-mail, o link de acesso ao grupo oficial do projeto.

As informações completas estão no edital do projeto, disponível no formulário de inscrição. Dúvidas podem ser sanadas pelo e-mail [email protected] ou pelo número (65) 99680-5593.

Programação

Entre os dias 25 e 28, os participantes irão mergulhar nos conteúdos das oficinas, onde terão a missão de desenvolver uma solução inédita para o setor de economia criativa. Cada capacitação ofertará um prêmio em dinheiro no valor de R$ 3,5 mil, vinculado ao desafio desenvolvido ao longo das aulas presenciais para os participantes.

A programação se encerra no dia 29 com o Encontrão das Redes, em que todos os participantes das oficinas irão se reunir para conferir a feira de produtos de empreendedores locais, roda de conversa, painel, bate-papo, palestra, mostra audiovisual e apresentações culturais e artísticas de grupos locais.

O projeto “Onde Há Rede, Há Renda 2025” é uma realização do Movimento Cidade Projetos Criativos, em co-produção com o Instituto Movimento Cidade e o Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo à Cultura.

Serviço | Onde Há Rede, Há Renda

Data: de 25 e 29 de novembro
Prazo para inscrição: 20 de novembro
Formulário de inscrição: link aqui
Mais informações: [email protected] / (65) 99680-5593 / www.instagram.com/ondeharedeharenda

Fonte: Governo MT – MT



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Desembargadora compartilha reflexões sobre “Comunicação Não Violenta” com adolescentes

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Mulher de vestido verde discursa ao microfone para uma plateia de jovens sentados em cadeiras. Uma caixa de som preta está no chão em primeiro plano.A presidente do Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (NugJur) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva ministrou, na manhã desta sexta-feira (7), a palestra “Comunicação Não Violenta” para adolescentes participantes do projeto “15 Anos Solidário: Realizando Sonhos, Construindo Cidadania”, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Nossa Senhora do Livramento.

O encontro foi realizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município e reuniu 47 adolescentes que completam 15 anos em 2026 e integram a quarta edição da iniciativa. O projeto tem como objetivo promover o desenvolvimento pessoal e social das adolescentes, fortalecer a autoestima, superar situações de vulnerabilidade e incentivar o protagonismo juvenil por meio de atividades realizadas ao longo do ano.

Durante a palestra, a desembargadora explicou que a Comunicação Não Violenta propõe um diálogo baseado em quatro pilares: observar sem julgar, reconhecer sentimentos, identificar necessidades e formular pedidos claros. Segundo a magistrada, essa prática ajuda a construir relações mais respeitosas e empáticas.

“É o terceiro ano que fomos convidados e tem sido muito prazeroso participar desse projeto. Queremos proporcionar a essas meninas um momento para pensar no futuro e acreditar nos próprios sonhos. A Comunicação Não Violenta é uma ferramenta que faz diferença na vida de qualquer ser humano, especialmente de quem está nos verdes anos da juventude”, afirmou.

Na sequência, as debutantes participaram de Círculos de Construção de Paz, com atividades voltadas ao autoconhecimento e à construção de projetos de vida. “Hoje o ser humano sente muito a falta de ser escutado. Uma das grandes bandeiras dos Círculos de Construção de Paz é justamente aprender a ouvir com atenção, respeito e foco na paz”, acrescentou a desembargadora.

Para a secretária municipal de Assistência Social, Elizabeth Oliveira, a presença da magistrada representa inspiração para as adolescentes. “Trazer a desembargadora Clarice para falar com essas meninas é muito significativo. Ela tem uma história de vida simples e hoje ocupa um espaço de destaque no Judiciário. Isso mostra às adolescentes que elas também podem sonhar e conquistar seus objetivos”, disse.

Foto em plano médio de uma jovem negra de cabelos cacheados curtos e óculos de grau, sorrindo suavemente. Ao fundo, uma cortina persiana azul.Participante do projeto, a estudante Thaiany Acosta, de 15 anos, contou que saiu do encontro mais confiante em relação ao futuro. “Foi muito gratificante e motivador. Quero lembrar desse momento lá na frente e usar isso como um degrau para alcançar meus sonhos. Pretendo ser advogada criminalista ou arquiteta paisagista e ajudar outras meninas a persistirem nos próprios sonhos”, comentou.
Já a estudante Geovana Ranyelly, também de 15 anos, ressaltou o aprendizado sobre diálogo e paciência. “A roda de conversa foi maravilhosa, nós conversamos muito. Também aprendi sobre comunicação não violenta, a ter um pouco mais de paciência, saber conversar e me comunicar, e isso me motiva muito. Meu sonho é fazer faculdade. Quero me formar em Agronomia ou ser uma grande empresária”, pontuou.

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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