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Onde nossas dores vivem?

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Por Camila Bernal Barreto

Muitas pessoas que chegam até mim, após uma sessão de Constelação Familiar, ficam surpresas com a velocidade das mudanças. “Como é possível que os resultados sejam imediatos?”, me perguntam. É uma dúvida muito pertinente, e é justamente por isso que resolvi escrever hoje.

A Constelação trabalha com o inconsciente. Antes da sessão, o cliente compartilha o que está consciente: o problema, a história que conta a si mesmo e aos outros. Mas a verdade é que nossas dores mais profundas, nossos traumas, não estão no consciente; estão guardados no inconsciente, muitas vezes bem escondidos, protegidos pelo nosso cérebro para que possamos seguir a vida apesar deles.

Quando trazemos essas questões para a Constelação, acessamos exatamente esse espaço invisível, onde a dor realmente reside. Não se trata apenas da história que contamos, mas do que permanece oculto, machucando silenciosamente. Ao tocar nesse inconsciente e dissolver esses bloqueios, a transformação acontece. E ela reverbera: sintomas emocionais, e até físicos, encontram alívio quase imediato. É como se uma corrente travada fosse finalmente liberada, permitindo que a energia da vida flua de novo.

É fascinante perceber como, ao trabalhar com aquilo que não conseguimos ver, conseguimos curar profundamente. E é essa magia que torna a Constelação uma ferramenta tão poderosa, eficiente e, acima de tudo, humana.

Camila Bernal Barreto é Servidora Pública, uma das fundadoras do grupo Curadas para Curar, Consteladora Familiar, mestre em Sistema Arcturiano e mestre em Shamballa

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Depoimentos à PF apontam suspeita de caixa 2 em campanha em VG

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Relatos indicam pagamentos em dinheiro vivo a fiscais, fora das contas oficiais. Caso pode gerar investigação eleitoral e risco à chapa.

Depoimentos prestados à Polícia Federal em Mato Grosso apontam indícios de possíveis irregularidades na campanha eleitoral de 2024 da prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti. As informações constam em relatos de coordenadores e colaboradores que teriam atuado durante o período eleitoral.

A informação foi divulgada com exclusividade pelo Blog do Popo.

Segundo os depoimentos, alguns fiscais de partido teriam recebido pagamentos em dinheiro vivo, apesar de contratos que previam transferências via PIX. Uma das pessoas ouvidas detalhou que recebeu valores por serviços prestados e também quantias adicionais em espécie para repassar a outros fiscais.

“Os pagamentos previstos eram por transferência, mas parte foi feita em dinheiro entregue no comitê”, relatou uma das testemunhas às autoridades.

Os indícios levantam a suspeita de que parte dos recursos utilizados na campanha não teria transitado pelas contas oficiais, o que, em tese, pode configurar irregularidade eleitoral. A Polícia Federal apura se a prática teria ocorrido de forma pontual ou sistemática durante o primeiro turno.

Nos bastidores, há a expectativa de que novos depoimentos com teor semelhante possam ser formalizados, ampliando o alcance das investigações. Caso as irregularidades sejam confirmadas, especialistas apontam que podem ser abertos processos por abuso de poder econômico e captação ilícita de recursos.

“Se comprovadas, as irregularidades podem ter consequências eleitorais relevantes”, avaliam fontes ligadas à área jurídica.

Até o momento, não há decisão judicial sobre o caso. A apuração segue em andamento e deve avançar conforme a análise dos documentos e depoimentos coletados pelas autoridades.

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