Mato Grosso
Crianças do Programa SER Família Criança passam a ter aulas de informática em espaço mais acessível
Mato Grosso
As crianças atendidas pelo Programa SER Família Criança, no município de Poconé, agora têm acesso a aulas de informática em um novo espaço, mais próximo da unidade. A mudança da sala para um prédio localizado em frente ao centro de atendimento trouxe mais comodidade, segurança e entusiasmo às atividades pedagógicas.
Executado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), o programa é liderado pela primeira-dama Virginia Mendes e tem como objetivo oferecer atividades educativas, culturais e de inclusão social para crianças em situação de vulnerabilidade em todo o Estado.
Para a pequena Isadora de Almeida Gonçalves, de 10 anos, o novo local facilitou o acesso e deixou as aulas ainda mais prazerosas.
Foto: Junior Silgueiro | Setasc-MT
“Eu estou achando tudo perfeito. É mais fácil, só precisamos atravessar a rua. Gosto muito de assistir e de desenhar no computador. Já aprendi a mexer e estou adorando! As aulas com o professor são ótimas”, contou animada.
Isadora participa do programa desde o início das atividades na unidade, em 2023, e aproveitou para agradecer.
“Primeira-dama Virginia Mendes, eu só tenho que agradecer por tudo o que você tem feito por nós. Estou aqui desde o início e é muito bom este espaço pra gente. Aprendemos muitas coisas e não ficamos mais nas ruas, sem ter o que fazer em casa”, disse.
A primeira-dama Virginia Mendes reforçou a importância da inclusão digital como ferramenta de transformação social.
“É com muita alegria que celebramos mais uma conquista para nossas crianças de Poconé. Quero agradecer ao Governo de Mato Grosso por tornar possível a oferta de aulas de informática às crianças atendidas pelo programa. Essa ação representa muito mais do que o acesso a computadores: é a porta de entrada para o futuro, para o conhecimento e para novas oportunidades”, explicou.
Foto: Junior Silgueiro | Setasc-MT
O secretário da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Klebson Gomes Haagsma, também ressaltou o impacto positivo da iniciativa.
“Garantir o acesso ao conhecimento tecnológico desde a infância é preparar essas crianças para o futuro. Essa mudança de local representa cuidado, atenção e respeito com cada uma delas. E tudo isso só é possível graças ao olhar sensível da primeira-dama Virginia Mendes, idealizadora do SER Família Criança e de tantas outras ações que impactam positivamente a vida de milhares de famílias em nosso Estado”, afirmou.
A estrutura foi realocada de um prédio mais distante, o que exigia o deslocamento das crianças por alguns quarteirões, dificultando a logística diária. Com a nova instalação, o coordenador da unidade, Lúcio Norbert da Silva, destacou os benefícios para os alunos e para a equipe.
Foto: Junior Silgueiro | Setasc-MT
“Essa mudança foi muito positiva. A antiga sala de informática ficava a cerca de três quarteirões daqui. Agora é só atravessar a rua, o que diminui os riscos e torna o processo muito mais prático. Além disso, a motivação das crianças aumentou. Sabemos que não é comum haver empresas que ofereçam esse tipo de curso na cidade e aqui eles têm acesso gratuito, com qualidade, graças ao programa”, ressaltou o coordenador.
Foto: Junior Silgueiro | Setasc-MT
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual
A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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