Política
Deputado Thiago Silva defende construção de novo Hospital Regional em Rondonópolis
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O deputado estadual Thiago Silva (MDB) reforçou, na última semana durante a sessão ordinária do dia 12, sua cobrança e indicação, desde 2022, pela construção de um novo prédio para o Hospital Regional de Rondonópolis para atender mais de 700 mil pessoas que residem na região.
O parlamentar defende que o governo inclua no orçamento estadual, por meio do Plano Plurianual e da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do ano que vem (2026), recursos que garantam a construção da nova unidade hospitalar, que é hoje uma das principais demandas da população rondonopolitana e de municípios adjacentes.
“Queremos reforçar esta cobrança para que o governo priorize Rondonópolis! Precisamos de um novo hospital regional em nossa cidade para atender a população de 19 municípios da região. Temos hoje um hospital que foi planejado ainda na década de 1980 e que não comporta mais a atual demanda”, disse o deputado.
“Concordo que a cidade precisa de uma nova unidade, moderna, acessível e que garanta mais dignidade para a nossa gente. Esperamos este retorno do governo diante desta cobrança importante”, disse a costureira Jucineide Costa.
O deputado também afirmou que reformas já foram feitas no prédio antigo, porém é preciso investir na construção de um novo hospital para desafogar o atendimento no Sisteema Único de Saúde (SUS). “Não adianta apenas reformar o atual prédio, precisamos de um novo para que seja ampliado o número de leitos para atender a média e alta complexidade da população em nossa região”, disse Thiago Silva.
Nilza Maria, moradora de Rondonópolis, afirmou que o número de habitantes na cidade tem crescido e que o atual prédio não possui capacidade para atender às demandas na área de saúde pública.
O atual prédio do hospital regional foi construído nos anos 90, quando a região tinha uma população estimada em 300 mil habitantes. A unidade foi inaugurada em abril de 2002 e conta com a atuação de centenas de profissionais que prestam atendimento a cerca de 700 mil pessoas.
Fonte: ALMT – MT
Política
Abilio provoca universitários e professores e diz que ajudam campanha de Flávio
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), direcionou críticas a estudantes e professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) durante o lançamento da Casa 22, realizado na terça-feira (13), na capital. No evento de mobilização em apoio a Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, o prefeito usou provocações para se referir a grupos ligados à esquerda.
Ao desafiar integrantes das universidades públicas a fazer campanha para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Abilio mencionou maconha, cocaína e a imagem do revolucionário Che Guevara.
“Vai com o seu baseado, com suas drogas, vai com a maconha, vai com a cocaína, vai com a camisa do Che Guevara, vai com toda a porcaria que tá instalada dentro das nossas universidades públicas, às ruas pedir voto”, declarou.
Na sequência, o prefeito afirmou que manifestações de estudantes e professores identificados com a esquerda poderiam acabar favorecendo a candidatura adversária.
“Esses alunos, esses professores militantes são os melhores cabos eleitorais para o Flávio Bolsonaro”, disse.
A fala ocorreu em meio à articulação de lideranças políticas e apoiadores da direita para ampliar a votação de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso no segundo turno. A Casa 22 foi organizada em Cuiabá para concentrar atividades e mobilizações da campanha no estado.
Durante o discurso, Abilio também abordou questões relacionadas à segurança pública, mencionando integrantes de facções criminosas e ameaças contra lideranças religiosas. Na ocasião, defendeu que pessoas envolvidas nessas situações não contem com apoio do governo estadual e citou uma ação da Polícia Militar contra um suspeito que, segundo ele, teria feito ameaças.
O prefeito ainda pediu empenho dos apoiadores para ampliar a votação do candidato do PL em Mato Grosso. Na avaliação dele, o estado poderia contribuir com mais 200 mil votos no segundo turno. “Cada voto conta”, afirmou, ao estimar que a diferença nacional entre Flávio Bolsonaro e Lula poderia ficar entre 2 milhões e 3 milhões de votos.
As declarações ampliam o tom de confronto político adotado por Abilio contra setores ligados à esquerda e às universidades públicas durante a campanha presidencial. O evento reuniu apoiadores e lideranças alinhadas ao PL em torno da estratégia de mobilização eleitoral no estado.
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