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Força Tática apreende diversas armas de fogo, munições e drogas em Rondonópolis

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional apreenderam, na noite desta terça-feira (10.2), dois fuzis, três revólveres, uma pistola e munições de calibres diversos, em Rondonópolis (a 220 km de Cuiabá).

Na ação, quatro integrantes de uma facção criminosa morreram após confronto com as equipes. Os envolvidos possuem extensa ficha criminal.

Durante desdobramentos da Operação Tolerância Zero, os policiais militares receberam denúncia de que uma residência, no bairro Jardim Eldorado, era utilizada como esconderijo para materiais ilícitos, como armas de fogo, munições e entorpecentes para ações criminosas.

Assim que chegaram ao local, os militares identificaram dois fuzis e grande quantidade de munições espalhadas pelo chão da área. Durante a tentativa de abordagem, os quatro suspeitos efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra os militares, que revidaram à injusta agressão.

Os integrantes da quadrilha foram baleados. Eles portavam três revólveres e uma pistola. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e constatou a morte dos envolvidos ainda no local.

Os policiais militares apreenderam, no imóvel, diversas porções de maconha e dois tabletes do mesmo entorpecente, além de materiais para preparo das drogas. Todo o material recolhido foi entregue à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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