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Viradouro é a grande campeã do Carnaval do Rio de Janeiro

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A Viradouro, tradicional escola de samba de Niterói, foi a grande vencedora do grupo de elite do Carnaval 2026 do Rio de Janeiro, após uma disputa acirrada. Os desfiles deste ano ficaram marcados pelas referências às religiões de matriz africana e pelas homenagens a importantes nomes da cultura brasileira.

Mestre Ciça

Nesse clima, a Viradouro levou para a avenida a história de Mestre Ciça, um dos maiores nomes do Carnaval carioca. A agremiação desfilou na madrugada de terça-feira (17), levantando o público na Sapucaí.

Ciça é o mais antigo mestre de bateria em atividade. Além da Viradouro, já regeu as baterias de Unidos da Tijuca, Grande Rio, União da Ilha e Estácio de Sá, onde começou, em 1988. O mestre é reconhecido pelas bem ensaiadas paradinhas das baterias e já liderou a percussão em dois outros carnavais vencidos pela Viradouro, em 2020 e 2024.

Mestre Ciça falou sobre a emoção de ter sido tema dessa vitória:

“É o carnaval do sambista. Um desfile maravilhoso, onde a gente emocionou toda a avenida. Estou feliz, choro de felicidade. Vamos festejar na quadra até amanhã de manhã”.

A Beija-flor de Nilópolis, campeã do ano passado, ficou em segundo lugar.

Desfile das campeãs

O desfile das campeãs acontece neste sábado (21) com as seis melhores escolas, na seguinte ordem:  Mangueira, Imperatriz Leopoldinense, Salgueiro, Vila Isabel, Beija-flor e a grande campeã, Viradouro.

A apuração da Série Ouro será realizada nesta quinta-feira (19), às 17h.


Fonte: EBC Cultura

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Começou nesta sexta-feira, em São Luís, festival Reggae Raiz

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São Luís do Maranhão, conhecida como a Jamaica Brasileira, sedia o “Reggae Raiz”, intercâmbio cultural que reúne personalidades, artistas e pesquisadores que cultuam o movimento Reggae no Maranhão e na Bahia.

Cerca de 65 representantes do cenário do reggae baiano já estão na capital do Maranhão. E vão participar até domingo (19) do evento criado para fortalecer a relação dos dois estados, que compartilham muitas conexões do ritmo jamaicano. Tanto no Maranhão, quanto na Bahia, o reggae acabou ganhando suas particularidades em sonoridade, dança, dentre outras características, mas sem deixar de ser mais um ponto de resistência da identidade, da ancestralidade negra e da cultura afro no Brasil.

Amantes do reggae, artistas, empreendedores, colecionadores de vinil, influenciadores digitais, coletivos e militantes da cultura regueira participam da programação que inclui visitas ao Museu do Reggae, ao Mercado Público, à Praça do Reggae e aos tradicionais bares de radiola da capital maranhense, locais que contribuem com a preservação  e a difusão da cultura regueira. 

A iniciativa do intercâmbio é encabeçada por Albino Apolinário, presidente do bloco Reggae O Bloco e fundador do primeiro bar de reggae do Pelourinho, e por Ademar Danilo, jornalista e diretor do Museu do Reggae do Maranhão.

Neste sábado, os convidados baianos e o público em geral participam do Rasta Reggae Festival, na Nova Matuto Show,  que recebe as bandas jamaicanas The Gladiators e The Gables, além da lenda do reggae, o também jamaicano Horace Johnson, que se apresenta  pela primeira vez no Brasil.

São Luís é reconhecida oficialmente por lei federal, publicada em 2023, como a Capital Nacional do Reggae.


Fonte: EBC Cultura

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