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Polícia Civil conclui inquérito e deflagra operação contra grupo criminoso envolvido em roubos em Sinop

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (16.4), a Operação Safe House para cumprimento de ordens judiciais contra integrantes de um grupo criminoso responsável por um roubo a residência, que teve como vítima um casal de idosos na cidade de Sinop.

Foram cumpridas na operação 28 ordens judiciais, dentre elas seis mandados de prisão preventiva, além de mandados de busca e apreensão domiciliar, bloqueio de contas bancárias e afastamento de sigilos, deferidas pela Justiça com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Sinop.

O crime ocorreu no dia 24 de setembro de 2025, quando três homens invadiram a residência das vítimas, no período da manhã, mantendo o casal em cárcere privado por aproximadamente duas horas.

Sob grave ameaça e mediante agressões físicas, os criminosos obrigaram as vítimas a abrir um cofre, subtraíram joias, armas de fogo, dinheiro em espécie e um aparelho celular, além de forçá-las a realizar transferências via PIX. Logo após o crime, dois suspeitos foram presos em flagrante delito durante as diligências policiais.

Com o aprofundamento das investigações e diligências complementares, a Polícia Civil identificou outros seis envolvidos na empreitada criminosa, integrantes de uma organização estruturada com divisão de tarefas, planejamento prévio e atuação coordenada voltada à prática reiterada de roubos a residências.

Com a conclusão do trabalho investigativo, o delegado da Derf Sinop, Thiago Berger, representou pelas ordens judiciais contra os integrantes do grupo criminoso, que foram deferidas pela Justiça e cumpridas nesta quinta feira (16), na operação policial.

Segundo o delegado da Derf, a conclusão do inquérito e a deflagração da operação representam mais um resultado do trabalho contínuo de enfrentamento qualificado aos grupos criminosos atuantes na região,

“As investigações apontaram que os suspeitos atuavam de forma reiterada na prática de crimes patrimoniais, especialmente roubos a residências, utilizando grave ameaça e, em alguns casos, emprego de arma de fogo, o que reforça o caráter organizado e a periculosidade do grupo”, disse o delegado.

Durante o cumprimento de um dos mandados, no bairro Jardim Califórnia, o suspeito um dos alvos foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas. Com ele foram apreendidos 48 porções de cocaína fracionada em papelotes prontos para comercialização, 37 porções de maconha e três tabletes de maconha, além de materiais utilizados para o acondicionamento e pesagem de entorpecentes, como insufilmes e uma balança de precisão. Um aparelho celular também foi apreendido.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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