Polícia

PRF apreende droga escondida em tanque de combustível na BR-070, em Barra do Garças (MT)

Publicado em

Polícia

Na noite de quinta-feira (26), por volta das 19h20, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 22 tabletes de substância ilícita durante fiscalização no km 17 da BR-070, no município de Barra do Garças (MT).

A equipe abordou um veículo Hyundai HB20, conduzido por uma mulher de 23 anos. Durante a inspeção, os policiais perceberam forte odor de combustível no interior do automóvel, além de indícios de adulteração no acesso ao tanque. Diante da situação, foi realizada a abertura do compartimento, onde foram encontrados aproximadamente 22,10 kg de substância análoga à pasta base de cocaína e cerca de 0,50 kg de substância análoga à maconha.

A condutora confessou que o entorpecente teria como destino a cidade de Goiânia (GO) e que receberia pagamento pelo transporte da droga.

Ela foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil em Barra do Garças (MT) para os procedimentos cabíveis.

Fonte: PRF – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

Publicados

em

A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA