Várzea Grande

Alessandro Moreira realizará audiência pública sobre linhas cortantes

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No dia 11 de dezembro, às 9h, acontecerá a audiência pública destinada a discutir a comercialização e o armazenamento de cerol, além do uso de linhas cortantes utilizadas em pipas e pandorgas no município. A realização é uma iniciativa do vereador Alessandro Moreira (MDB), que convida a população de Várzea Grande a participar do debate.

O encontro pretende ampliar a discussão sobre os riscos e impactos dessa prática, que tem provocado acidentes graves e gerado preocupação entre famílias e autoridades, especialmente após registro recente no município. A audiência reunirá representantes do Poder Público, órgãos de segurança e moradores para avaliar medidas preventivas e construir encaminhamentos que contribuam para a proteção da comunidade.

A atividade será realizada no plenário da Câmara Municipal e é aberta ao público, podendo acompanhar presencialmente ou pelos canais oficiais de comunicação da Câmara Municipal.

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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