Polícia Federal

PF deflagra Operação Isfet contra grupo que se passava por policiais federais

Publicado em

Polícia Federal

Goiânia/GO. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (23/7), a Operação Isfet, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido em extorsão mediante fraude e usurpação de função pública. 

Durante a operação, foram cumpridos um mandado de busca e apreensão na cidade de Goiânia/GO e um mandado de prisão preventiva em Timóteo/MG, que resultou na captura do líder da organização criminosa. No momento da prisão, ele também foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

As investigações tiveram início em abril deste ano, após denúncias envolvendo a atuação do grupo nas imediações da Superintendência Regional da PF em Goiás. Os criminosos se faziam passar por policiais federais para enganar e extorquir indivíduos com antecedentes criminais e alto poder aquisitivo. Em troca de dinheiro, prometiam falsa proteção e imunidade contra investigações inexistentes no âmbito da Polícia Federal.

O nome da operação, Isfet, faz referência ao conceito mitológico egípcio que simboliza a desordem, o caos e a falsidade, em contraste com a ordem e a verdade – refletindo o modus operandi do grupo criminoso.

As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e vítimas do esquema fraudulento.

Comunicação Social da Polícia Federal em Goiás
📞 (62) 3240-9607 / (62) 99216-6260
📧 [email protected]
🌐 www.gov.br/pf

Fonte: Polícia Federal

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia Federal

Comissão aprova aumento de pena para extorsão cometida por grupo ou com arma

Publicados

em

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que aumenta em até o dobro a punição para o crime de extorsão quando praticado por duas ou mais pessoas ou com o uso de arma. Atualmente, o Código Penal prevê um aumento de até metade da pena nesses casos.

O relator, deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), ajustou a proposta original – Projeto de Lei 5403/25, da deputada Rosângela Reis (PL-MG) – para adaptá-la ao Marco Legal do Combate ao Crime Organizado, que já prevê penas maiores para organizações criminosas “ultraviolentas” que impõem controle territorial.

Costa decidiu não incorporar a norma que previa monitoramento eletrônico obrigatório (tornozeleira) em casos de liberdade provisória. Segundo ele, o Código de Processo Penal já determina que o juiz negue a liberdade provisória a integrantes de milícias ou organizações criminosas armadas, o que torna a medida proposta desnecessária e juridicamente arriscada.

Na justificativa da proposta, a deputada Rosângela Reis enfatizou que é preciso fortalecer o enfrentamento às práticas extorsivas praticadas por milícias privadas, organizações criminosas ou disfarçadas de serviços de segurança.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois pelo Plenário. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Roberto Seabra

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA