Cultura

Pesquisa vai mapear artistas do movimento hip hop pelo Brasil

Publicado em

Cultura

Uma pesquisa inédita pretende mapear todas as ações, iniciativas e artistas envolvidos no movimento hip hop no país.

A plataforma Construção Nacional do Hip-Hop, que reúne artistas do movimento aqui no Brasil, está realizando a pesquisa Mapeamento do Hip-Hop Brasileiro. Até o dia 30 de agosto, hip hoppers de todos os estados podem acessar o formulário disponível no instagram da iniciativa e preencher os dados solicitados. 

A pesquisa abrange todas as expressões da cultura hip hop, como música, dança e artes visuais, entre outras, valorizando a pluralidade e a riqueza do movimento. O objetivo inicial é que o levantamento forneça um desenho de agentes, coletivos e entidades que atuam nesta cena cultural, explicando quem são, onde estão localizados e quais projetos realizam.

O departamento de marketing da coalizão vai fazer a triagem e o estudo com metodologia para gerar um documento com os resultados, que será divulgado a toda a sociedade. A iniciativa pretende entregar ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) um dossiê com o mapeamento das ações da cultura hip hop no Brasil, com o objetivo de obter também o reconhecimento como patrimônio cultural imaterial do país.

Além da disseminação e apoio a projetos que fortalecem a cultura urbana do movimento, a coalizão busca junto ao Instituto Brasileiro de Museus a criação de um Museu Nacional da Cultura Hip-Hop e o reconhecimento de casas do movimento cultural como pontos de memória. Em paralelo, profissionais da plataforma também apoiam projetos e iniciativas que combatam a pobreza e promovam a equidade racial, social e de gênero.

* Com sonoplastia de Jaílton Sodré.

 



Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta

Publicados

em

A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.

A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi

Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.

Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
 


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA