Polícia
Polícia Civil deflagra “Operação Tribunal de Rua” em Paranatinga
Polícia
A Polícia Civil deflagrou a “Operação Tribunal de Rua”, nesta sexta-feira (11.7), com o objetivo de capturar os autores do homicídio de Euclides Custódio Vieira, ocorrido na noite do último dia 9 de julho, em Paranatinga.
A vítima, que era investigada por estupro de vulnerável, foi executada com pelo menos 13 disparos de arma de fogo, calibre 9 mm, a mando de uma facção criminosa atuante no município.
Na investigação que subsidiou a operação, foi possível identificar três suspeitos de envolvimento direto com o homicídio, sendo dois executores diretos. Um outro indivíduo seria responsável por vigiar a vítima, utilizando um veículo Ford Focus, de cor prata, durante o monitoramento prévio ao assassinato.
Além dos três envolvidos, outros três indivíduos foram presos, por tráfico de drogas e associação ao tráfico, totalizando seis prisões ao longo da operação. Além de materiais apreendidos, sendo: 20 porções grandes de maconha, 33 porções de cocaína, nove aparelhos celulares, duas balanças de precisão, dois capacetes, além de roupas que foram utilizadas no crime.
Todos os detidos, juntamente com o material apreendido, foi encaminhado para delegacia, onde foram tomadas as medidas legais cabíveis.
Efetivo
A ação contou com o apoio de 13 policiais civis da Delegacia de Polícia de Paranatinga, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste, e da Delegacia Municipal de Primavera do Leste.
A Operação Tribunal de Rua integra o Programa Tolerância Zero às facções criminosas do Estado de Mato Grosso e reforça o compromisso da Polícia Judiciária Civil com o enfrentamento implacável dos grupos criminosos que atuam na região.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados
A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.
Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.
A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.
“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.
A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.
Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.
A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.
“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.
-
Entretenimento7 dias atrásBianca Rinaldi homenageia enteada em aniversário e celebra relação de carinho
-
Polícia Federal7 dias atrásCCJ da Câmara aprova proposta que busca otimizar reforço vacinal
-
Política7 dias atrás‘Copa do Judiciário’ expande campanha para 2o Grau de jurisdição e aproxima TJMT do Selo Diamante
-
Agricultura5 dias atrásPecuária reage a exigências da União Europeia e cobra autonomia sobre uso de medicamentos
-
Várzea Grande5 dias atrásSistema do MEC para monitoramento da frequência escolar abre período de atualização entre 15 de julho e 28 de agosto
-
Política6 dias atrásJúri de Tangará da Serra condena três homens a mais de 90 anos de reclusão
-
Variedades7 dias atrásComissão aprova proposta com novas regras para placas de atendimento prioritário
-
Polícia7 dias atrásPolícia Civil cumpre mandado de regressão cautelar em Porto Alegre do Norte
