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Ingresso solidário retorna na Expoagro Cuiabá 2025

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O Sindicato Rural de Cuiabá volta a adotar o ingresso solidário para a edição deste ano da 57ª Feira Industrial, Comercial e Agropecuária de Mato Grosso (Expoagro). De 11 a 20 de julho, o Centro de Eventos Senador Jonas Pinheiro será posto de arrecadação de alimentos não perecíveis para o Programa Sesc Mesa Brasil, iniciativa do Sesc, que faz parte do Sistema Comércio.

O objetivo é que os visitantes da feira participem dessa rede de apoio à famílias em situação de insegurança alimentar. Na edição do ano passado (2024), foram recebidas 20 toneladas de donativos, e a meta é superar esse número agora em 2025.

“O Mesa Brasil já tem cadastradas as instituições que receberão os alimentos arrecadados. Uma delas é o Hospital do Câncer, mas há casas transitórias, a Casa da Criança e do Idoso, entre dezenas de outras entidades”, explica o presidente do Sindicato Rural de Cuiabá, Celso Nogueira.

Para incentivar ainda mais o gesto de solidariedade, o ‘ingresso solidário’ garante meia-entrada em qualquer setor da feira e direito ao sorteio diário de um smartphone Iphone. “É a nossa forma de incentivar a população a fazer o bem a quem mais precisa de nós”, explica Celso.

Mesmo nos três dias em que haverá cobrança de ingressos para os shows musicais será possível fazer a doação: 12, 18 e 19 de julho. Basta apresentar na bilheteria da 57ª Expoagro os alimentos e a comprovação da meia-entrada para receber a pulseira de acesso à arena de shows.

A 57ª Expoagro é realizada pelo Sindicato Rural de Cuiabá em parceria com a Ditado Produções. O evento recebe apoio do Governo do Estado de Mato Grosso, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e das federações do setor produtivo: Famato, Fiemt e Fecomércio.

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Câmara avança em mudança na lei e pode simplificar regras

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A Câmara dos Deputados deu mais um passo para revisar o marco legal da aquicultura no país, em uma tentativa de adequar a legislação à expansão recente da atividade e reduzir gargalos regulatórios que ainda limitam investimentos, sobretudo fora de áreas públicas.

A proposta em análise altera a lei que organiza a política nacional do setor e introduz um ponto central: a separação clara entre a produção realizada em corpos d’água naturais — como rios, lagos e reservatórios — e aquela conduzida em estruturas artificiais dentro de propriedades privadas. Hoje, esses dois modelos convivem sob regras semelhantes, apesar de apresentarem níveis distintos de controle e impacto.

Na prática, a mudança tende a aliviar exigências para produtores que operam em sistemas fechados, como viveiros e tanques escavados, onde o manejo é mais previsível e o risco ambiental é mais controlado. O objetivo é dar mais segurança jurídica e reduzir o tempo e o custo de regularização, pontos frequentemente apontados como entraves para expansão da atividade.

O texto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça, após já ter passado pela Comissão de Agricultura, e recebeu aval quanto à legalidade e à técnica legislativa. Como tramita em caráter conclusivo, poderá seguir diretamente ao Senado, caso não haja pedido para votação no plenário.

A leitura no setor é de que a iniciativa corrige uma distorção histórica da legislação, que acabou tratando de forma uniforme sistemas produtivos com características muito diferentes. Ao separar os ambientes, a proposta cria uma base mais alinhada à realidade da produção aquícola atual, que vem crescendo principalmente dentro de propriedades privadas.

Mesmo com o avanço, o controle sobre a atividade em águas públicas permanece mais rigoroso, mantendo a necessidade de autorizações e regras específicas. Já para a produção em ambiente artificial, a expectativa é de um ambiente regulatório mais simples e previsível.

Para o produtor, o impacto direto tende a aparecer na redução da burocracia e no aumento da segurança para investir. Em um setor que ainda busca ganhar escala no Brasil, mudanças desse tipo podem acelerar projetos e ampliar a participação da aquicultura na renda dentro da porteira.

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