Saúde
Juca do Guaraná aparece entre os nomes lembrados espontaneamente por eleitores de Mato Grosso
Saúde
O deputado estadual Juca do Guaraná (PSDB) aparece entre os nomes lembrados espontaneamente pelos eleitores de Mato Grosso na corrida por uma das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa.
Levantamento realizado pelo instituto PercentBrasil, divulgado na terça-feira (25), mostra Juca com 1% das menções na modalidade espontânea, quando os entrevistados indicam livremente o nome do candidato de sua preferência, sem que uma lista seja apresentada pelo entrevistador.
A pesquisa foi realizada entre os dias 17 e 23 de agosto, com 2.800 entrevistas em Mato Grosso, margem de erro de 2,83 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento também aponta que 50,9% dos entrevistados ainda se declararam indecisos ou não souberam responder, indicando um cenário ainda em definição na disputa pelas vagas do Legislativo estadual.
Para Juca, o resultado demonstra a presença de seu nome entre os eleitores consultados e reforça a importância do contato direto com a população durante o período eleitoral.
“Recebo esse resultado com muita responsabilidade. Uma pesquisa espontânea mostra os nomes que estão presentes na lembrança do eleitor, e isso nos motiva a seguir trabalhando, conversando e apresentando o nosso trabalho em todas as regiões de Mato Grosso”, afirmou.
Em seu primeiro mandato como deputado estadual, Juca também destaca que pretende intensificar a agenda de compromissos nos municípios e o contato direto com diferentes setores da população.
“Estamos no começo de uma caminhada e ainda temos muito trabalho pela frente. Vou continuar percorrendo Mato Grosso, ouvindo as pessoas e conversando sobre as demandas de cada região. É dessa proximidade que sempre construí minha trajetória”, disse.
O levantamento da PercentBrasil está registrado no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso sob o número MT-03833/2026.
Saúde
CPI da Saúde ouve investigada e remarca depoimento de ex-secretário para 2 de setembro
Na tarde desta quarta-feira (26), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou mais uma reunião para ouvir depoentes e avançar na apuração de possíveis irregularidades em contratos da Secretaria de Estado de Saúde (SES) firmados durante a pandemia de Covid-19.
A ex-secretária adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Carolina Campos, prestou depoimento na condição de investigada. Também foi ouvido, por videoconferência, o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Azevedo Nogueira, na condição de testemunha. As duas oitivas ocorreram em sessão reservada.
O depoimento do ex-secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo, que não compareceu à sessão, foi reagendado para a próxima quarta-feira (2), às 14h. Segundo a CPI, a convocação foi remarcada após a defesa alegar compromissos.
Carolina Campos afirmou que solicitou que sua oitiva fosse realizada de forma reservada para evitar que o conteúdo do depoimento fosse utilizado no contexto eleitoral. “Minha posição nesse processo sempre foi técnica. Pedi que essa condição fosse respeitada”, disse, em entrevista concedida após a oitiva.
Carolina destacou ainda que respondeu às 70 perguntas feitas pelos integrantes da comissão e que apresentou documentos e esclarecimentos que, segundo ela, já haviam sido levados anteriormente às autoridades responsáveis pelas investigações no Ministério Público e no judiciário.
A ex-secretária adjunta também declarou que decisões judiciais anteriores já haviam afastado sua participação nas acusações investigadas. Segundo Carolina, ela nunca chegou a ser ré e apresentou provas ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para demonstrar que não tinha envolvimento com as irregularidades apuradas.
Ao ser questionada sobre os contratos sem licitação investigados pela CPI, Carolina afirmou que não era responsável por licitações, compras ou pagamentos dentro da Secretaria de Estado de Saúde. De acordo com seu relato, sua atuação se restringia à gestão dos hospitais regionais.
Após a oitiva, a comissão informou que as respostas serão analisadas pela equipe responsável pelos trabalhos. A CPI investiga denúncias de irregularidades em licitações e contratos da Secretaria de Estado de Saúde realizados entre 2019 e 2023, que resultaram na Operação Espelho, da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.
Outro assunto discutido durante a reunião foi a possibilidade de suspensão dos trabalhos da CPI durante o período eleitoral. Um requerimento foi apresentado propondo que as atividades sejam interrompidas até o fim das eleições. A medida ainda não foi submetida à votação e foi encaminhada à Procuradoria da CPI para análise jurídica e elaboração de parecer sobre sua legalidade.
Os trabalhos da CPI da Saúde foram prorrogados por mais 180 dias pelo plenário da Assembleia Legislativa. Instalada em 4 de março, a comissão tinha prazo inicial de 180 dias, com encerramento previsto para 4 de setembro. Com a prorrogação, os trabalhos poderão prosseguir até 4 de março de 2027.
Além de Gilberto Figueiredo, que deverá ser ouvido na próxima quarta-feira, a comissão informou que o secretário Juliano Melo também é esperado para prestar depoimento na mesma data.
A CPI tem como objetivo reunir informações e documentos de investigados e testemunhas para esclarecer as possíveis irregularidades relacionadas aos contratos da Secretaria de Estado de Saúde.
Fonte: ALMT – MT
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