Política
Espaço de Identificação Infantil da Assembleia comemora 4 anos de atendimento
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O Espaço de Identificação Infantil da Assembleia Legislativa de Mato Grosso comemora quatro anos de atendimento à população. Instalado na entrada do Poder Legislativo, o posto de atendimento está subordinado à Ouvidoria da Casa e conta com três guichês de atendimento ao público. Para marcar a data, foi realizada uma cerimônia em frente ao espaço na manhã desta quinta-feira (16).
A ouvidora geral da Assembleia, Uecileny Rodrigues Fernandes, explica que o espaço foi criado para atender crianças de até 5 anos de idade. “Realizamos a identificação de bebês e crianças até 5 anos. A intenção é promover a cidadania da criança desde o nascimento, proporcionando segurança e inserção nos dados de segurança pública do Brasil. Em resumo, o foco é a cidadania e a segurança”, disse ela.
Inaugurado no dia 19 de outubro de 2019, o espaço atende diariamente uma média de 35 a 40 crianças. “Completamos quatro anos, um período de grande sucesso, com a população buscando este serviço, e sempre recebemos a todos de braços abertos, oferecendo o melhor atendimento possível”, apontou a ouvidora.
O setor coleta biometria, captura foto e emite documentos e é pioneiro no Brasil. “Fomos os primeiros a testar o equipamento de biometria para crianças nessa faixa etária, tornando-nos referência no país. A criança chega, coletamos a biometria, capturamos a foto e emitimos a nova Carteira Nacional de Identificação, que fica pronta em até 20 dias”, explica.
A servidora Karla Cristina Gomes atua no setor desde a sua implantação. O trabalho dela é colher a digitação com a impressão, fotografa a criança e coleta os dados da documentação da mesma.
“Gosto do trabalho que desempenho desde antes da implantação do espaço infantil. Faço com muito amor e tenho que agradecer a Deus por tudo que realizo. É muito satisfatório. Depois da minha família, a minha segunda casa é aqui neste setor, atendendo às crianças. Sou apaixonada em trabalhar com crianças e isso deixa o meu dia cheio de alegria”, afirmou ela.
A mãe da pequena Isabela Amorin, Lauriene Amorim, procurou o setor instalado na Assembleia por meio de uma ação social realizada no bairro onde reside.
“Foi através de uma ação que teve no meu bairro que eles informaram essa possibilidade de agendamento para que a criança pudesse fazer a carteira de identidade. Então, foi aí que nós agendamos e trouxemos ela. O atendimento aqui é muito bom, pois, as pessoas são bem atenciosas e cordiais. Está tudo ótimo”, destacou ela.
Fonte: ALMT – MT
Política
Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição
A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.
Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.
Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.
“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.
Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.
Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.
“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.
Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.
A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.
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