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Deputado Fabio Tardin cobra novo hospital para Várzea Grande

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O deputado estadual Fábio Tardin (PSB) cobrou nesta quarta-feira (17), a construção de um novo hospital público em Várzea Grande. Atualmente, o Pronto-Socorro Municipal é o único que atende de portas abertas moradores da Baixada Cuiabana e até pacientes de outros estados e países, o que reforça, segundo o parlamentar, a urgência de uma nova unidade.

“O Governo do Estado está de parabéns, tem construído hospitais regionais, mas, infelizmente, não tem olhado para Várzea Grande. Aquele velho Pronto-Socorro não comporta mais a demanda. Precisamos de um hospital novo na cidade”, afirmou Fabinho.

Ele destacou que a unidade é a única de portas abertas para pacientes de Cuiabá, da Baixada Cuiabana, de outras regiões do Estado e até de fora do país, e que reformas paliativas já não são suficientes. “Não podemos mais gastar milhões em pequenas reformas, porque isso não resolve. O problema vai continuar o mesmo. O que Várzea Grande necessita é de um hospital moderno e de qualidade”, defendeu.

Segunda maior cidade de Mato Grosso, Várzea Grande é tratada, de acordo com Fabinho, como uma localidade de “segunda categoria”. “Precisamos, com urgência, que a Assembleia peça ao governador que olhe com atenção para Várzea Grande. A construção de um hospital vai beneficiar não apenas os moradores do município, mas todos os mato-grossenses que buscam atendimento na cidade”, completou.

O deputado ainda acrescentou que atualmente, o Executivo está construindo hospitais regionais em Tangará da Serra, Alta Floresta, Juína e no Araguaia (em Confresa). A previsão é de que as quatro unidades sejam entregues ainda este ano. Além disso, estão em andamento duas grandes obras em Cuiabá: o Hospital Central e o novo Hospital Universitário Júlio Müller.

Fonte: ALMT – MT

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Gisela deixa cargo em secretaria em aberto e condiciona decisão à transição

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A vice-governadora eleita de Mato Grosso, Gisela Simona (União Brasil), ainda não definiu qual será sua função na próxima gestão de Otaviano Pivetta (Republicanos). Ela não descarta assumir uma secretaria estadual, mas afirma que qualquer decisão dependerá da análise das necessidades do governo durante o período de transição.

Em entrevista ao programa Roda de Entrevista, Gisela explicou que uma comissão deverá avaliar o funcionamento das pastas, identificar os resultados positivos e apontar os setores que precisam de mudanças. O trabalho deve começar após o segundo turno das eleições presidenciais.

Segundo ela, a proposta é contribuir para a construção de uma administração alinhada ao perfil de Pivetta, considerando os resultados alcançados nos últimos anos e os desafios que ainda precisam ser enfrentados.

“Diante desse levantamento, que vou estar junto a essa comissão, é que a gente vai definir onde a gente pode ser mais importante para a governança”, afirmou.

Embora tenha defendido maior protagonismo durante a campanha, Gisela adotou cautela ao falar sobre a possibilidade de comandar uma secretaria. A vice-governadora eleita ressaltou que não há, até o momento, um acordo fechado sobre a função que poderá exercer além das atribuições próprias do cargo.

Ao comentar a experiência de Pivetta como vice-governador de Mauro Mendes, Gisela destacou que ele conseguiu contribuir com a administração sem necessariamente assumir o comando de uma pasta. Para ela, a atuação na próxima gestão deverá considerar as características de cada integrante do Executivo.

“Às vezes pode ser que, diante da transição e diante do que a gente observar, pode ser que seja necessário, mas não tem nada construído ainda”, declarou.

Gisela foi escolhida para compor a chapa de Pivetta após mudanças nas articulações políticas que antecederam a eleição. A futura vice-governadora afirmou que pretende participar da avaliação da máquina pública antes de definir como poderá colaborar com a nova administração.

A composição do secretariado e a distribuição das funções no governo, portanto, seguem em aberto. A expectativa é que as definições avancem após o diagnóstico da equipe de transição, levando em conta as prioridades e as necessidades identificadas em cada área.

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