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Suspeito por homicídio em Lucas do Rio Verde é preso pela PM em Sorriso

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Um homem, de 27 anos, foi preso na madrugada desta sexta-feira (20.6), por policiais militares do 12º Batalhão, suspeito pelo homicídio de Ronivaldo Macedo da Silva, de 52 anos, em Sorriso. A vítima foi executada com diversas facadas pelo corpo, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O crime ocorreu em um conjunto de quinetes localizado no bairro Bandeirantes, em Lucas do Rio Verde. A testemunha, uma mulher, de 22 anos, relatou que estava na residência acompanhada dos dois filhos menores de idade e de Ronivaldo, quando o suspeito invadiu o local.

O homem iniciou uma discussão com a mulher e a questionou sobre o fato de estar com a vítima em sua cama. Ela ressaltou que mantinha um certo relacionamento com o suspeito e teria o encontrado dias antes. Além disso, o homem já teria realizado algumas transferências bancárias via Pix.

Em certo momento, o suspeito proferiu diversas ameaças de morte contra a testemunha. Ele ainda a enforcou, em seguida se apossou de uma faca e avançou contra Ronivaldo.

A vítima foi executada com dez facadas, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Após o crime, o suspeito fugiu em uma motocicleta, sentido ao município de Sorriso. Diante dos fatos, os policiais militares intensificaram o policiamento e receberam informações sobre a localização do suspeito.

O homem foi encontrado no bairro Boa Esperança. Ao perceber aproximação das equipes, tentou fugir, sendo detido em seguida. Após ser abordado, os militares identificaram que ele possuí um mandado de prisão em aberto, expedido pela Justiça de São José do Rio Claro.

Questionado sobre o crime, ele confessou autoria do homicídio, após flagrar a vítima com a testemunha. Durante a fuga, ele dispensou a faca em um trecho da BR-163. O suspeito foi entregue à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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