Polícia
Polícia Militar prende homem e apreende adolescente faccionados suspeitos de homicídio em Cáceres
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A Polícia Militar prendeu um homem, de 29 anos, e apreendeu um adolescente, de 17 anos, suspeitos de homicídio que vitimou Luis Antonio Balestrin de Almeida, de 18 anos, na noite de quinta-feira (18.9), em Cáceres. Os suspeitos, identificados como membros de facção criminosa, foram presos em flagrante, portando a arma de fogo usada no crime.
Conforme o boletim de ocorrência, a PM recebeu informações de que dois suspeitos armados haviam invadido uma residência e sequestrado um homem, no bairro Espírito Santo.
Os policiais se dirigiram ao bairro e receberam novas denúncias, que apontavam que disparos de arma de fogo haviam sido efetuados no mesmo local. Também foi informado que os suspeitos fugiram em uma bicicleta.
As equipes militares iniciaram diligências e encontraram os suspeitos, que abandonaram a bicicleta e tentaram fugir a pé, entrando em diversos terrenos baldios, sendo detidos rapidamente.
Um dos homens confessou o sequestro e os disparos de arma de fogo contra a vítima em uma casa no mesmo bairro. O suspeito também disse ter vindo da cidade de Pontes e Lacerda por ordem de uma facção para cometer o homicídio contra o integrante de uma facção rival.
O segundo suspeito também foi abordado, não se pronunciou sobre o crime, mas foi identificado como participante de outros crimes ocorridos na cidade. Com a dupla, a PM apreendeu um revólver de calibre 38 com seis cápsulas deflagradas.
Em seguida, outras equipes policiais, em conjunto com o Corpo de Bombeiros, foram ao local do homicídio e constataram a morte de Luis Antônio por disparos de arma de fogo.
Os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos à delegacia de Cáceres e entregues à Polícia Judiciária Civil para as providências cabíveis.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados
A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.
Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.
A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.
“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.
A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.
Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.
A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.
“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.
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