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Polícia Civil deflagra operação para investigar desaparecimento de homem em Rondonópolis
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A Polícia Civil deflagrou, nessa terça-feira (9.12), a Operação Artemis, como parte das investigações sobre o desaparecimento de um homem, de 48 anos, ocorrido em novembro de 2025. A ação cumpriu três mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Criminal.
As diligências, realizadas pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, ocorreram nos bairros Conjunto São José (alvo de 25 anos), Jardim Liberdade (alvo de 26 anos) e Melquiades Figueiredo (alvo de 35 anos).
Em um dos endereços, referente ao investigado de 35 anos, considerado de alta periculosidade e suspeito de estar ligado a três homicídios e uma tentativa, foi necessário o uso de força para acesso ao local.
Foram apreendidos diversos materiais, como unidades de Enoxaparina, 29 seringas, um DVR, cartão de memória, estojo de arma com acessórios, além de ampolas de Benzilpenicilina e Drostanolona.
A esposa do investigado, de 32 anos, relatou que ele havia deixado a residência após um desentendimento e agressão ocorridos duas semanas antes. No imóvel, também foi encontrado um caderno com anotações relacionadas a uma facção criminosa.
No endereço do alvo de 26 anos, a equipe apreendeu R$ 5.400 em espécie, cuja origem não foi comprovada. Em outro ponto, celulares e objetos diversos foram recolhidos e serão periciados.
Todo o material, a mulher de 32 anos e o homem de 26 anos foram encaminhados à DHPP para esclarecimentos, as duas pessoas foram posteriormente liberadas. Os itens apreendidos e as informações colhidas foram apresentados à autoridade policial para as providências cabíveis.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados
A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.
Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.
A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.
“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.
A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.
Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.
A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.
“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.
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