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Polícia Civil deflagra operação contra o tráfico de drogas e a criminalidade em Peixoto de Azevedo

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Peixoto de Azevedo, deflagrou na quinta-feira (11.9), a Operação Pax Urbana para cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão com foco no combate ao tráfico de drogas e à atuação de grupos criminosos no município.

A ação resultou na prisão em flagrante de uma pessoa por tráfico de drogas e na lavratura de dois Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO). Durante as buscas foram apreendidas porções de maconha e cocaína e apetrechos relacionados ao tráfico.

A ação teve como objetivo principal combater a atuação dos grupos criminosos e reduzir o tráfico de entorpecentes, especialmente diante dos homicídios ocorridos recentemente na cidade.

Durante as buscas em um dos alvos, um bar localizado na região do centro antigo, foram apreendidas 11 porções de maconha e duas de cocaína já embaladas para venda. Uma mulher trans, de 30 anos, foi presa em flagrante por tráfico de drogas.

Para operação, foram mobilizados 21 servidores e seis viaturas. Os trabalhos contaram com apoio das equipes das Delegacias de Guarantã do Norte e Matupá.

A operação integra o planejamento estratégico da Polícia Civil por meio da operação Inter Partes, dentro do programa Tolerância Zero de combate às Facções Criminosas, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado as ações em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Sindicato cobra solução urgente para descontos de consignados

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A recente Operação Fugazi, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra fraudes bilionárias em empréstimos consignados, comprova o que o SINDSPPEN-MT e diversas outras entidades representativas do funcionalismo público de Mato Grosso denunciam há tempos.

Com a retomada recente dos descontos em folha, os valores cobrados dos servidores passaram a ser retidos e depositados em uma conta sob o controle direto do governo do Estado até que as investigações sejam concluídas. O SINDSPPEN-MT e as demais representações sindicais avaliam que, embora a medida impeça que o dinheiro chegue às empresas sob suspeita, ela não resolve o problema principal. Na prática, o funcionalismo público continua sofrendo o desconto mensal e vendo sua renda familiar minguar.

A ação da Polícia Federal dá força à cobrança coletiva por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). No entanto, as lideranças sindicais alertam que os trabalhadores não podem ficar esperando os ritos e prazos políticos do parlamento.

“Apoiamos as investigações e a instalação da CPI na Assembleia, mas precisamos ser realistas. Uma comissão parlamentar leva meses para apresentar resultados, e as parcelas são cobradas todo mês. O policial penal e todos os demais servidores precisam de uma solução agora. A geladeira não espera a conclusão de um relatório político”, pontua Lucivaldo Vieira de Sousa, presidente do SINDSPPEN-MT.

A demora para uma decisão definitiva sobre esses contratos tem empurrado milhares de profissionais de diferentes setores do Estado para o superendividamento.

Com a confirmação de que instituições que operavam no sistema do estado são alvo da Polícia Federal, as representações dos servidores defendem que o governo estadual utilize suas prerrogativas para anular os contratos considerados lesivos e abusivos.

A proposta das entidades é que o Estado não se limite a guardar o dinheiro descontado, mas sim que adote uma postura para suspender de vez as cobranças das operadoras investigadas. Essa medida deve garantir que nenhum trabalhador seja punido com restrições em seu nome ou juros adicionais durante o impasse judicial.

“Estamos lidando com a subsistência de pais e mães de família de todas as áreas do serviço público de Mato Grosso. O salário do servidor não pode continuar retido para alimentar uma disputa jurídica sem prazo para acabar. Queremos uma resposta rápida do Estado”, cobra a presidência do SINDSPPEN-MT.

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