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Polícia Civil cumpre mandado de prisão de mulher suspeita de roubo em Colniza

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Uma mulher, de 31 anos, foi presa pela Polícia Civil, neste domingo (10.8), em Colniza. A prisão ocorreu em cumprimento de mandado de prisão preventiva, bem como a quebra de sigilo de dados, expedidos pela Vara Única da Comarca de Colniza.

Ela foi apontada pelas investigações de envolvimento em um roubo ocorrido na cidade, em junho deste ano e, foi evidenciada a ligação dela com tráfico de drogas.

Diante dos fatos, a suspeita foi encaminhada até a delegacia e, posteriormente, colocada à disposição da Justiça, devendo responder pelos crimes de tráfico de drogas, com utilização de adolescentes, associação para a prática do tráfico de drogas e por ser integrante de facção criminosa.

Histórico das investigações

Inicialmente, a suspeita foi presa, em flagrante, no dia 14 de junho de 2025, pela prática do crime de roubo, cometido por ela e outras três pessoas (dois homens e uma mulher).

Na ocasião, os quatro teriam agido mediante grave ameaça e subtraído da vítima, na presença de sua filha menor de idade, o valor de R$ 200,00.

Além do roubo, nas investigações, a suspeita foi apontada como integrante de facção criminosa atuante na cidade de Colniza, agindo no tráfico de drogas na região.

Em decorrência disso, em 18 de julho de 2025, uma equipe da Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão judicial na casa da suspeita. No local, foram apreendidos porções de maconha, cocaína e crack, uma balança de precisão, seda para cigarros, uma máquina de cartão de crédito e uma motocicleta registrada em nome dela.

Informações levantadas e depoimentos colhidos nas investigações, afirmaram que a mulher era filiada a uma facção criminosa e que comercializava drogas, mediante pagamento via pix ou máquina de cartão, e que a filha dela era instruída a esconder as drogas.

Com base nesse histórico de crimes de tráfico de drogas, com utilização de adolescentes, associação para a prática do tráfico de drogas e por ser integrante de facção criminosa, a Polícia Civil representou pela decretação da prisão preventiva da suspeita.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Saúde mental de servidores do sistema prisional é debatida em reunião

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou de uma reunião interinstitucional no Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT/MT) voltada à discussão das condições de trabalho, da saúde mental e da valorização dos profissionais que atuam no sistema prisional mato-grossense. Representando a instituição, a procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou a necessidade de ampliar o olhar das instituições para o bem-estar dos servidores, diante dos elevados índices de adoecimento registrados na categoria.Durante o encontro, realizado na sexta-feira, 09/10, a procuradora de Justiça ressaltou que a valorização dos trabalhadores do sistema penitenciário é fundamental para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à execução penal. Segundo dados apresentados na reunião, 80% dos afastamentos por motivos de saúde registrados entre esses profissionais em 2025 estão relacionados ao sofrimento psíquico. “É muito importante que todas as instituições voltem um olhar para perceber o quanto esse servidor necessita ser valorizado”, afirmou Josane Guariente.Conduzida pelo presidente do TRT/MT, desembargador Aguimar Peixoto. Também participaram das discussões o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, o coordenador do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), juiz Geraldo Fidelis Neto, representantes sindicais e gestores ligados à política prisional.O objetivo da reunião foi ampliar a participação dos profissionais que atuam diretamente nas unidades prisionais nas discussões e ações previstas pelo Plano Pena Justa. Iniciativa nacional coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com o objetivo de promover melhorias estruturais e institucionais no sistema prisional brasileiro, incluindo ações voltadas à valorização dos profissionais que atuam nas unidades penais.A pauta contemplou as demandas de policiais penais e de outros profissionais essenciais ao funcionamento do sistema, como psicólogos, médicos, dentistas e psiquiatras. Como encaminhamento, foi definida a realização de uma audiência pública para aprofundar o debate sobre saúde, condições de trabalho e valorização dos servidores do sistema prisional. A expectativa é que o evento ocorra em dezembro, reunindo instituições e profissionais envolvidos na temática.Informações: TRT-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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