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PF utiliza drones de alta tecnologia na segurança da COP30 em Belém

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Belém/PA. A Polícia Federal emprega drones de última geração para reforçar a segurança da COP30, ampliando o monitoramento aéreo em áreas estratégicas da capital paraense. São utilizados drones operacionais, entre eles os modelos Mavic 3E e Matrice 30T, reconhecidos pela alta precisão e eficiência em operações de segurança.

Os equipamentos possuem recursos como zoom de até 200×, câmeras térmicas, resistência a chuva e poeira, autonomia prolongada e transmissão de imagens em tempo real. As informações captadas serão enviadas diretamente ao Centro Integrado de Controle de Aeronaves Remotamente Pilotadas e Contramedidas, coordenado pela PF e integrado por Forças Armadas e demais órgãos de segurança.

Os drones serão empregados no monitoramento de rotas, áreas sensíveis, deslocamentos de autoridades, vigilância fluvial e terrestre, além do apoio a operações de contramedidas eletrônicas. Os operadores da PF foram capacitados conforme normas técnicas e regulatórias.

Com o uso dessas tecnologias, a PF reforça a integração entre segurança pública e inovação, contribuindo para a realização segura da COP30, a maior conferência climática do mundo.

Comunicação Social da Polícia Federal no Pará

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Fonte: Polícia Federal

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PL afasta Cláudio Ferreira do comando em Rondonópolis e ameaça expulsão após apoio a Pivetta

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O apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) abriu uma crise dentro do PL de Mato Grosso. Filiado ao partido que lançou o senador Wellington Fagundes como candidato ao Governo do Estado, Cláudio decidiu não seguir o palanque da própria legenda e declarou publicamente apoio ao principal adversário do correligionário.

A decisão provocou reação da direção estadual do PL. O presidente do partido em Mato Grosso, Ananias Filho, anunciou que Cláudio foi destituído do comando do diretório municipal de Rondonópolis e afirmou que a legenda irá exigir sua saída do partido.

Segundo Ananias, a postura do prefeito representa uma quebra da orientação partidária durante a campanha eleitoral. O dirigente chegou a classificar Cláudio como “traidor” e afirmou que não pretende abrir espaço para negociação enquanto o prefeito mantiver o apoio à candidatura de Pivetta.

Caso Cláudio Ferreira não deixe voluntariamente o PL, a direção estadual deverá instaurar um processo disciplinar, que poderá resultar na expulsão do prefeito da legenda. A medida formaliza o rompimento político entre o prefeito de Rondonópolis e a cúpula partidária.

Cláudio, por sua vez, já havia antecipado que seu posicionamento poderia ter consequências. Ao declarar apoio a Pivetta, afirmou estar disposto a “pagar o preço” pela decisão e defendeu que os partidos devem estar a serviço das pessoas, e não o contrário.

 

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