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PF prende brasileiro após expulsão do Paraguai

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Brasília/DF. A Polícia Federal prendeu, nesta sexta-feira (26/12), em Foz do Iguaçu/PR, um brasileiro expulso do Paraguai, em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pelo Supremo Tribunal Federal.

O indivíduo, condenado pelo STF, havia deixado o território nacional de forma irregular, em descumprimento de determinação judicial. Ele foi detido na noite de quinta-feira (25/12), no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Luque, após alerta das autoridades paraguaias sobre a possível utilização de documentos que não correspondiam ao portador.

A abordagem foi realizada a partir de coordenação interinstitucional entre órgãos de segurança e migração do Paraguai. A correta identificação do indivíduo foi confirmada por meio de procedimentos técnicos, incluindo reconhecimento facial, com apoio da Polícia Federal no Paraguai, por meio de cooperação policial internacional.

Após a formalização da expulsão, o nacional foi entregue à Polícia Federal, que deu cumprimento ao mandado de prisão preventiva, encaminhando-o às autoridades competentes, onde permanecerá à disposição da Justiça brasileira.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
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Fonte: Polícia Federal

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PL afasta Cláudio Ferreira do comando em Rondonópolis e ameaça expulsão após apoio a Pivetta

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O apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) abriu uma crise dentro do PL de Mato Grosso. Filiado ao partido que lançou o senador Wellington Fagundes como candidato ao Governo do Estado, Cláudio decidiu não seguir o palanque da própria legenda e declarou publicamente apoio ao principal adversário do correligionário.

A decisão provocou reação da direção estadual do PL. O presidente do partido em Mato Grosso, Ananias Filho, anunciou que Cláudio foi destituído do comando do diretório municipal de Rondonópolis e afirmou que a legenda irá exigir sua saída do partido.

Segundo Ananias, a postura do prefeito representa uma quebra da orientação partidária durante a campanha eleitoral. O dirigente chegou a classificar Cláudio como “traidor” e afirmou que não pretende abrir espaço para negociação enquanto o prefeito mantiver o apoio à candidatura de Pivetta.

Caso Cláudio Ferreira não deixe voluntariamente o PL, a direção estadual deverá instaurar um processo disciplinar, que poderá resultar na expulsão do prefeito da legenda. A medida formaliza o rompimento político entre o prefeito de Rondonópolis e a cúpula partidária.

Cláudio, por sua vez, já havia antecipado que seu posicionamento poderia ter consequências. Ao declarar apoio a Pivetta, afirmou estar disposto a “pagar o preço” pela decisão e defendeu que os partidos devem estar a serviço das pessoas, e não o contrário.

 

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