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PF e SENAD Paraguai encerram 52ª fase da Operação Nova Aliança

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Assunção/Paraguai. Polícia Federal e Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (SENAD/PY) encerraram nesta sexta-feira, 26/9, a 52ª fase da Operação Nova Aliança, reafirmando a parceria estratégica entre Brasil e Paraguai no enfrentamento ao narcotráfico e à criminalidade transnacional.

A 52ª fase da Operação Nova Aliança contou ainda com o apoio da Força-Tarefa Conjunta do Exército do Paraguai, do Ministério Público Paraguaio e da Polícia Federal, que, por meio de Peritos Criminais Federais, atuou em cooperação com peritos do Laboratório Forense e do Centro de Evidências da SENAD/PY na coleta de amostras da planta e do solo nas áreas de erradicação, com o objetivo de identificar o perfil químico da droga originada no Paraguai.

Ao longo de 10 dias de incursões aéreas e terrestres, foram erradicados 285 hectares de cultivos ilícitos de cannabis sativa, com a destruição de 109 plantações, 83 acampamentos utilizados por narcotraficantes e a apreensão de 6 prensas. Dessa forma, eliminou-se antes de sua entrada no mercado consumidor 13.100 kg de maconha picada, 30 kg de maconha prensada e 830 kg de sementes da droga, totalizando cerca de 868 toneladas de maconha inutilizadas.

A maconha erradicada na Operação Nova Aliança representa um forte impacto, sobretudo financeiro, no crime organizado, o que reforça a efetividade das ações conjuntas no combate ao narcotráfico e ao enfraquecimento das estruturas financeiras das organizações criminosas atuantes na região de fronteira entre o Brasil e o Paraguai.

Além da repressão ao tráfico, a operação também promove a recuperação ambiental das áreas de cultivo ilegal por meio da Operação Restaurar, conduzida pelo Instituto Nacional de Florestas do Paraguai.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
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Fonte: Polícia Federal

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PL afasta Cláudio Ferreira do comando em Rondonópolis e ameaça expulsão após apoio a Pivetta

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O apoio do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) abriu uma crise dentro do PL de Mato Grosso. Filiado ao partido que lançou o senador Wellington Fagundes como candidato ao Governo do Estado, Cláudio decidiu não seguir o palanque da própria legenda e declarou publicamente apoio ao principal adversário do correligionário.

A decisão provocou reação da direção estadual do PL. O presidente do partido em Mato Grosso, Ananias Filho, anunciou que Cláudio foi destituído do comando do diretório municipal de Rondonópolis e afirmou que a legenda irá exigir sua saída do partido.

Segundo Ananias, a postura do prefeito representa uma quebra da orientação partidária durante a campanha eleitoral. O dirigente chegou a classificar Cláudio como “traidor” e afirmou que não pretende abrir espaço para negociação enquanto o prefeito mantiver o apoio à candidatura de Pivetta.

Caso Cláudio Ferreira não deixe voluntariamente o PL, a direção estadual deverá instaurar um processo disciplinar, que poderá resultar na expulsão do prefeito da legenda. A medida formaliza o rompimento político entre o prefeito de Rondonópolis e a cúpula partidária.

Cláudio, por sua vez, já havia antecipado que seu posicionamento poderia ter consequências. Ao declarar apoio a Pivetta, afirmou estar disposto a “pagar o preço” pela decisão e defendeu que os partidos devem estar a serviço das pessoas, e não o contrário.

 

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