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PF deflagra operação de combate ao tráfico internacional de armas de fogo

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Bagé/RS. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (30/9), a Operação Strike, com o objetivo de desarticular um esquema criminoso voltado ao tráfico internacional de armas de fogo. Na ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no município de Tupanciretã.

O inquérito policial teve início em 2022, após a prisão em flagrante de dois indivíduos em Bagé/RS, que transportavam centenas de projéteis, cartuchos, prensas de recarga, kits DIE, além de componentes e acessórios de armas de fogo de diversos calibres, incluindo calibres restritos, todos acondicionados em caixas de papelão.

No decorrer da investigação foi identificado um esquema criminoso dedicado à importação ilícita de armas de fogo, supostamente adquiridas nos Estados Unidos, que ingressavam na América do Sul pelo Uruguai e, posteriormente, eram remetidas a compradores no Brasil, sem qualquer autorização legal e em desacordo com as normas vigentes.

Comunicação Social da Polícia Federal em Bagé/RS
Fone: (53) 3240-9000

Mandados foram cumpridos na cidade de Tupanciretã/RS

Fonte: Polícia Federal

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Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.

O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).

Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.

A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.

O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.

Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.

A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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