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FICCO/RN deflagra operação de combate ao comércio ilegal de armas de fogo

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Natal/RN. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Rio Grande do Norte (FICCO/RN), com o apoio da FICCO/PE, deflagrou nesta quinta-feira, 31/7, a Operação Bate Lata, com o objetivo de investigar integrantes de uma organização criminosa oriunda do Rio Grande do Sul, suspeita de envolvimento com o comércio ilegal de armas de fogo, munições e outros crimes.

Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão — dois em Extremoz/RN e dois na Ilha de Itamaracá/PE — expedidos pela Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas (UJUDOCRIM) do TJRN.

No cumprimento dos mandados, foram apreendidas armas de fogo, farta quantidade de munições e carregadores, além de veículos de luxo — um deles blindado — bolsas, joias, mídias e documentos. Três pessoas foram presas em flagrante por posse de arma de fogo ou acessório de uso restrito.

Em um dos endereços das buscas, ainda foi dado cumprimento a dois mandados de prisão sendo uma preventiva por homicídio qualificado da 2ª Vara Criminal da Comarca de Natal, e outro por condenação transitada em julgada por tráfico de drogas da 2ª Vara Regional de Execução Penal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte.

A investigação já havia identificado e apreendido, no dia 14/7/2025, em Alhandra/PB, uma remessa expressiva de armamento, incluindo 12 carregadores (8 de pistola e 4 de fuzil), 4 pistolas, 1 revólver, 2 coletes balísticos e 2.455 munições de diversos calibres.

A FICCO/RN é composta pela Polícia Federal, Secretaria Nacional de Políticas Públicas – SENAPPEN, Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Penal do RN, atuando de forma integrada no enfrentamento ao crime organizado.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte
Fone: (84) 304.5588
e-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.

O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).

Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.

A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.

O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.

Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.

A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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