Polícia Federal
FICCO-ILHÉUS apreende armas, drogas e munições durante operação integrada em Aurelino Leal
Polícia Federal
Ilhéus/BA. Uma operação integrada das Forças de Segurança resultou na apreensão de armamento, drogas e munições, na manhã da última sexta-feira (29/8), no distrito de Laje do Banco, zona rural de Aurelino Leal. A ação fez parte da Operação Lealdade e contou com a atuação conjunta da FICCO/Ilhéus, Rondesp Sul, 61ª CIPM, CIPRv/Itabuna e Polícia Civil/BA.
Ao chegarem ao local para o cumprimento de mandados de prisão, as equipes foram recebidas por indivíduos armados, que dispararam contra os policiais. No confronto, dois suspeitos foram atingidos, socorridos imediatamente ao hospital da região, mas não resistiram. No local, os policiais encontraram duas pistolas calibre 9mm, três carregadores, 67 munições, um tablete de maconha, mil pinos utilizados para acondicionar cocaína, roupas camufladas, facões, balança de precisão, cadernos de anotações, além de outros objetos ligados à prática criminosa.
Todo o material apreendido foi apresentado na Delegacia Territorial de Aurelino Leal, onde a ocorrência foi formalizada para as medidas legais.
A FICCO/Ilhéus é composta por representantes da Polícia Federal, Secretaria de Segurança Pública da Bahia, Polícia Civil da Bahia, Polícia Militar da Bahia, e reforça o compromisso das forças de segurança no enfrentamento à criminalidade e na preservação da ordem pública em toda a região sul da Bahia.
Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
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Fonte: Polícia Federal
Polícia Federal
Projeto que pune divulgação de imagens de vítimas de crimes e acidentes volta à Câmara
O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (15) o projeto de lei que criminaliza o registro e a divulgação não autorizada de imagens que identifiquem vítimas de crimes ou acidentes, assim como imagens de cadáveres.
O projeto (PL 1.242/2026), de autoria da deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), recebeu parecer favorável do senador Marcelo Castro (MDB-PI).
Como o texto foi alterado no Senado, a matéria retornará à Câmara, onde teve origem, para nova análise.
A proposta altera o Código Civil para ampliar a proteção da honra e da imagem das vítimas. E também modifica o Código Penal para tipificar como crime a divulgação, sem justa causa, desse material.
O texto prevê exceções quando a divulgação for necessária para a Justiça, para atender a interesse público devidamente justificado ou quando houver o consentimento da vítima.
Além disso, a versão aprovada no Senado reduz a pena prevista na versão original do projeto para os crimes em questão. O texto que veio da Câmara previa reclusão de 1 a 3 anos, além de multa. O parecer de Marcelo Castro reduziu a pena para detenção de seis meses a dois anos, além de multa.
A previsão inicial é que essa matéria fosse votada pelo Plenário do Senado na quinta-feira (16), mas a votação foi antecipada em um dia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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