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Mais que uma pintura, um retrato da alma!

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Por Jéssica Lima

Entre pincéis e tintas, descobrimos que o amor de um cachorro pode ser eternizado. É um amor que fala sem palavras, feito de olhares que se entendem e rabos que abanam em festa. Um amor de silêncios que acolhem e de presenças que jamais nos deixam sozinhos. Puro, sincero e, mesmo quando o tempo avança, eterno.

Transformar esse sentimento em arte é mais do que pintar: é guardar memórias em cores. Cada pincelada leva consigo lembranças, carinho e a essência desse laço único. O movimento do pincel segue o ritmo do coração: suave para traduzir a ternura de um olhar, firme para registrar a lealdade que nunca vacila, vibrante para pintar a alegria que só um cachorro é capaz de transmitir.

O quadro deixa de ser apenas imagem para se tornar memória viva. Não é a reprodução de um rosto canino, mas o retrato da alma que caminhou ao nosso lado, que descansou conosco em tardes preguiçosas, que nos recebeu em festa mesmo nos dias mais difíceis.

Cada cor escolhida é uma história contada: o marrom dos pelos que guardaram cheiros de aventura, o brilho nos olhos que refletiam confiança, o contorno do focinho que tantas vezes encontrou abrigo em nosso colo. O resultado final não é apenas arte. É o amor, tornado visível, quase palpável.

Porque um cachorro nunca parte por completo. Permanece em nosso coração e, agora, também na tela, guardado em pinceladas que jamais se apagam. Eternizar um cachorro em um quadro é, no fim das contas, pintar o amor que nunca morre.

Jéssica Lima é graduada em Artes Visuais e atua como professora de arte, com ênfase em pintura em tela e mural. Se você deseja eternizar o amor pelo seu cão em uma pintura, entre em contato comigo pelo e-mail: [email protected] ou pelo telefone (67) 99689-5871.

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Comissão aprova inclusão de guardas municipais na Força Nacional de Segurança Pública

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5877/25, que permite a participação de integrantes das guardas municipais na Força Nacional de Segurança Pública (FNSP).

Atualmente, a tropa é composta principalmente por policiais civis, militares e bombeiros dos estados.

A proposta autoriza a União a firmar convênios diretamente com os municípios para que os guardas municipais atuem na Força Nacional.

O texto também permite a convocação de guardas municipais aposentados há menos de cinco anos para reforçar o efetivo em operações especiais.

Os guardas municipais que atuarem na Força Nacional terão os mesmos direitos dos demais integrantes da corporação, incluindo o recebimento de diárias e indenização em caso de morte ou invalidez decorrente das missões. O objetivo é assegurar tratamento igualitário aos profissionais mobilizados.

Parecer do relator
Os parlamentares acolheram o parecer do relator, deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), pela aprovação do projeto. Segundo o relator, a medida corrige uma lacuna institucional e valoriza o papel dos municípios na segurança.

“Ao equalizar o regime de pagamentos e de proteção dos guardas municipais ao das demais corporações, garante-se a igualdade para os agentes que arriscam a vida nessas missões”, disse.

O autor da proposta, deputado Capitão Alden (PL-BA), afirmou que as guardas municipais já são reconhecidas como integrantes do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), mas ainda precisavam de uma regra clara para atuar na Força Nacional.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Marcelo Oliveira

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