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Sérgio Ricardo reforça compromisso com sustentabilidade na abertura da Semana de Eficiência Energética do TCE-MT

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Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Conselheiro-presidente do TCE-MT, Sérgio Ricardo, naa abertura da Semana de Conscientização à Eficiência Energética. Clique aqui para ampliar

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, reforçou o compromisso da instituição com a sustentabilidade e a eficiência no uso de recursos durante a abertura da Semana de Conscientização à Eficiência Energética, realizada nesta terça-feira (7), na Recepção do Edifício Marechal Rondon.

“Nós queremos e vamos zerar os nossos gastos com energia. Hoje, as placas solares que temos instaladas conseguem suprir cerca de 30% da nossa necessidade, mas nós podemos economizar muito mais ainda e vamos criar alternativas para isso”, afirmou o presidente. 

Sérgio Ricardo também chamou a atenção para o alto nível de conscientização dos servidores do TCE-MT, destacando que a Semana de Eficiência Energética reforça o compromisso da instituição com a sustentabilidade. “Só falar não adianta. O importante é colocar a mão na massa e transformar em realidade o que a gente acredita.”

O evento, que segue até sexta-feira (10), também contempla a Semana Estadual de Conscientização à Eficiência Energética, instituída pela Lei nº 10.307/2015, de autoria do de Sérgio Ricardo enquanto deputado estadual. 

Na ocasião, o procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson Alencar, pontuou que o servidor é crucial na construção de uma cultura sustentável. “Trabalhar com eficiência energética, promovendo uma mudança cultural para evitar o desperdício, é mais do que um dever. É uma missão nossa para garantir a vida no planeta.”

Alisson acrescentou que atitudes simples, como desligar luzes e aparelhos, economizar água e plantar árvores, contribuem diretamente para a conservação ambiental. “Somos nós, servidores, habitantes das cidades, que podemos com pequenos atos resolver problemas do nosso planeta para o futuro”, disse.

O TCE-MT foi o primeiro órgão público do Brasil a conquistar a certificação ISO 50001, pela implantação do Sistema de Gestão de Energia (SGE), que estabelece processos para melhoria contínua do desempenho energético. Para tanto, o sistema acompanha indicadores e procedimentos em diversas frentes.

“Monitoramos energia, água, combustível, as ordens de serviços da parte elétrica são emitidas, se os aparelhos adquiridos são sustentáveis e eficientes, tudo para ter a melhor classificação energética possível. A preocupação é que as empresas que nos fornecem também tenham essa premissa”, declarou a gerente do SGE, Débora Finazzi.  

Ao longo de quatro dias a programação da Semana de Conscientização à Eficiência Energética do TCE-MT incluirá a exposição “Sustentabilidade na prática”, entrega de mudas, show humorístico com a dupla Nico e Lau e ações de conscientização nos setores, com visita das comadres Odilza e Guanira.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
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Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Famílias Acolhedoras oferecem proteção e afeto a crianças em situação de risco

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Quando uma criança precisa ser afastada da própria família para escapar de situações de violência, negligência ou outras violações de direitos, ela não precisa, necessariamente, crescer em uma instituição de acolhimento. Em Mato Grosso, o Serviço de Família Acolhedora tem mostrado que é possível oferecer um ambiente familiar seguro e afetuoso durante esse período de transição. No aniversário de 36 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), celebrado na última segunda-feira (13), o Tribunal de Justiça de Mato Grosso destaca essa política pública e convida a população a conhecer uma forma de proteger crianças e adolescentes que aguardam a definição de seu futuro.

Previsto pelo ECA, o Serviço de Família Acolhedora oferece acolhimento temporário a crianças e adolescentes que, por decisão judicial, precisaram ser afastados da família de origem. A medida busca garantir proteção enquanto o Poder Judiciário e a rede de proteção trabalham para que eles retornem ao convívio familiar, quando possível, ou sejam encaminhados para adoção.

Mulher de cabelos ruivos, veste blazer azul-claro sobre blusa branca e concede entrevista à TV Justiça. Ao fundo, arco de balões azuis decora o ambiente do evento.A juíza Melissa de Lima Araújo, titular da Vara Especializada da Infância e Juventude de Sinop, explica que acolhimento familiar e adoção são medidas completamente diferentes. “A família acolhedora não substitui a família de origem, nem se torna, automaticamente, família adotiva. Seu papel é oferecer cuidado, proteção, afeto e estabilidade enquanto a equipe técnica e o Poder Judiciário trabalham para definir a solução definitiva para aquela criança ou adolescente.”

Segundo a magistrada, enquanto a adoção estabelece um vínculo permanente de filiação, o acolhimento familiar é uma medida protetiva temporária, voltada exclusivamente à proteção da criança ou do adolescente durante um período de vulnerabilidade.

Quem pode acolher?

Em Sinop, o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora foi instituído por lei municipal e se consolidou como uma importante alternativa ao acolhimento institucional. O programa seleciona, capacita e acompanha famílias interessadas em receber temporariamente crianças e adolescentes afastados judicialmente do convívio familiar.

Podem participar casais, pessoas solteiras e diferentes configurações familiares, desde que apresentem estabilidade emocional, ambiente familiar adequado e disponibilidade para cuidar. O ingresso ocorre por meio de inscrição no serviço municipal, seguida da entrega de documentos, entrevistas, avaliações psicossociais, visitas domiciliares e capacitação. “Acolher exige responsabilidade, maturidade e compreensão de que o objetivo principal é atender ao melhor interesse da criança. Mais do que uma seleção, trata-se de um processo de preparação”, ressalta a juíza.

Durante todo o período de acolhimento, as famílias recebem acompanhamento contínuo de psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais do serviço, além do apoio do Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Conselho Tutelar e da rede de proteção.

Experiência que transforma

De acordo com a juíza, diversos estudos apontam que o acolhimento em ambiente familiar favorece o desenvolvimento emocional, cognitivo e social da criança ou do adolescente. Mesmo quando bem estruturadas, as instituições não conseguem reproduzir a convivência cotidiana, os vínculos afetivos e a atenção individualizada encontrados em um lar.

No ambiente familiar, a criança participa da rotina da casa, fortalece vínculos de confiança, desenvolve autonomia e encontra um espaço de pertencimento, fatores essenciais para reduzir os impactos do afastamento da família de origem.

Por isso, tanto o Estatuto da Criança e do Adolescente quanto as diretrizes do Conselho Nacional de Justiça priorizam o acolhimento familiar sempre que houver famílias habilitadas.

Para quem ainda tem receio de participar, a magistrada deixa um convite. “Nenhuma criança deveria enfrentar um momento tão delicado da vida sem experimentar o cuidado de uma família. O acolhimento familiar não exige perfeição. Exige disponibilidade para amar, proteger e cuidar durante o tempo necessário.”

Ela reforça que a experiência transforma não apenas a vida da criança acolhida, mas também a de quem decide abrir as portas de casa para oferecer cuidado e esperança. “Cada família que se dispõe a acolher torna-se parte da construção de uma rede de cuidado, solidariedade e esperança, concretizando o princípio constitucional de que toda criança e todo adolescente têm direito à convivência familiar e comunitária.”

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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