Mato Grosso

Policiais de MT frustram 57ª invasão de terras, prendem seis suspeitos e apreendem arsenal de armas

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As forças de segurança de Mato Grosso frustraram mais uma invasão de terras em uma fazenda no município de Cocalinho (a 788 km de Cuiabá). Durante a ação, concluída nesta quarta-feira (24 de julho), seis suspeitos foram presos em flagrante e quatro armas apreendidas. Essa foi a 57ª invasão frustrada dentro do programa Tolerância Zero Contra Invasões de Terra, do Governo de Mato Grosso.

Além de carabinas, rifles e espingardas, mais de 500 munições de grosso calibre, correntes, equipamentos de telefonia celular e aparelhos elétricos foram apreendidos pela polícia.

A operação mobilizou cerca de 20 policiais militares e civis e se estendeu por mais de 12 horas. De acordo com os registros policiais, os suspeitos integravam um bando armado, que se passou por policiais. Eles invadiram a fazenda nas primeiras horas da manhã de terça-feira (22) e expulsaram os proprietários.

A partir dessas informações, os policiais civis, com apoio do GAP (Grupo de Apoio), se deslocaram para a propriedade. Na primeira etapa da operação, quatro homens, com idades entre 43 e 61 anos, foram presos em um alojamento dentro da área da fazenda. Os policiais também apreenderam uma espingarda no local.

Em seguida, durante buscas na região, outros dois suspeitos foram presos e três armas apreendidas, juntamente com as munições.

Os suspeitos presos podem responder pelos crimes de esbulho possessório (ocupação ilegal de terra) e posse irregular de arma de fogo. Todos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia de Água Boa, que está à frente das investigações sobre a invasão.

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual

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A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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