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Operação Lei Seca termina com 43 motocicletas removidas e três prisões

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Três condutores foram presos e 43 motos foram removidas durante a 26ª edição da Operação Lei Seca realizada na madrugada desta quarta-feira (23.7), na Avenida Prefeito Murilo Domingos, em Várzea Grande.

Na ação, 163 condutores fizeram o teste de alcoolemia. Ao todo, 98 Autos de Infração de Trânsito (AIT) foram confeccionados, os principais por não apresentar registro ou licença veicular, por conduzir sem habilitação (CNH), e conduzir veículo sob efeito de álcool.

Durante a fiscalização, três condutores foram presos, sendo dois por embriaguez ao volante com agravo por não possuir permissão para dirigir e um condutor por tráfico de drogas, segundo o artigo 33 do Código Penal Brasileiro.

Nesta edição, 163 motos foram fiscalizadas. Desse total, 63 foram autuados e 43 veículos foram removidos. Esta operação foi voltada somente a fiscalização de motocicletas.


A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Em Várzea Grande, atuaram na ação equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Guarda Municipal.

*Sob supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual

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A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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