Mato Grosso

Fugas de presos reduzem cerca de 63% em unidades prisionais de MT, segundo Sejus

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As fugas de presos do Sistema Penitenciário de Mato Grosso reduziram 62,85% no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2024, segundo números da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus).

Conforme os dados, foram registradas 13 fugas em 2025, contra 35 do ano passado.

O secretário de Estado de Justiça, Vitor Hugo Bruzulato, destacou que um dos fatores da redução são as operações frequentes para identificação e remoção de materiais ilícitos, como as armas artesanais, além das mudanças em procedimentos de segurança.

“A administração penitenciária vem reajustando diversos protocolos de segurança. Estamos reforçando os equipamentos eletrônicos e contamos com policiais penais eficientes e atuando com muita dedicação para assegurar a ordem nas unidades prisionais de nosso Estado”, pontuou.

Além da redução no número de fugas, a administração penitenciária efetua revistas contínuas para zerar a presença de materiais ilícitos, especialmente os celulares. De janeiro a junho deste ano, foram realizadas 405 operações nas 41 unidades prisionais de Mato Grosso.

No mesmo período, foram retirados 2.387 aparelhos celulares durante as operações realizadas no Sistema Penitenciário estadual. Em 16 unidades, não foi registrada a localização de celulares; e, em outras sete, foi encontrado apenas um aparelho em cada uma.

O secretário Vitor Hugo Bruzulato apontou que o resultado é reflexo do trabalho intensificado desde o início do programa Tolerância Zero contra Facções Criminosas, do Governo do Estado, como uma das estratégias para redução dos índices criminais e aprimoramento da segurança no interior das unidades prisionais de Mato Grosso.

Leia mais do balanço semestral

Fonte: Governo MT – MT

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Réu é condenado por feminicídio contra mulher transexual

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A Justiça condenou, nesta quarta-feira (15), Jorlan Cristiano Ferreira a 13 anos e seis meses de reclusão pelos crimes de feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri de Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
Durante o julgamento os jurados reconheceram que o homicídio foi praticado por razões da condição feminina da vítima, Mayla Rafaela Martins, mulher transexual, caracterizado pelo menosprezo e pela discriminação de gênero, o que configurou a qualificadora do feminicídio.
O Ministério Público apontou que o crime foi motivado por sentimento de posse do réu diante da recusa da vítima em manter um relacionamento.
O promotor de Justiça Samuel Telles Costa, que atuou no plenário do júri, destacou que a decisão representa um avanço no enfrentamento da violência de gênero e na aplicação do princípio da igualdade material.
“O reconhecimento do feminicídio neste caso, que teve como vítima uma mulher transexual, representa um passo importante no fortalecimento da igualdade material e no enfrentamento de todas as formas de violência de gênero. A decisão do júri reafirma que crimes motivados por discriminação e menosprezo à condição feminina não serão tolerados”, afirmou.
O crime ocorreu na madrugada de 16 de janeiro de 2024, nos fundos de um estabelecimento comercial localizado no bairro Parque das Emas, em Lucas do Rio Verde. A vítima foi morta com golpes de arma branca. Na tentativa de ocultar o crime, o réu limpou o local, descartou pertences pessoais da vítima e transportou o corpo até uma área rural, onde o cadáver foi deixado em uma lavoura no município de Sorriso.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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