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Confira os 13 merendeiros de MT que vão disputar a grande final do SuperChef da Educação 2025

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Com criatividade e talento, os 13 finalistas do concurso “SuperChef da Educação – Melhores Receitas 2025” já estão definidos. Os profissionais da alimentação escolar passaram pela penúltima etapa da competição, que foi realizada nesta quinta-feira (17.7), de forma simultânea nas 12 Diretorias Regionais de Educação (DREs) e na Diretoria Metropolitana de Educação (DME).

Promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc), o SuperChef 2025 tem como objetivo valorizar e reconhecer o trabalho dos merendeiros escolares da Rede Estadual. Os vencedores foram selecionados por três jurados e se tornaram finalistas do concurso, cada um representando uma das 13 diretorias.

Em Cuiabá, a Diretoria Metropolitana de Educação realizou a semifinal no Colégio Estadual Integrado (CEI) 01 Victorino Monteiro da Silva, no bairro Residencial Ilza Terezinha Picolli.

O vencedor na capital foi o técnico nutricional Victor Hugo Vieira, da Escola Estadual José Mendes Martins, de Várzea Grande, que vai representar a DME na grande final.

Com o nome “Pacu ao Sol do Cerrado”, o seu prato escolhido foi filé de peixe com crosta de ervas — alfavaca, ora-pro-nóbis e hortelã — acompanhado de uma salada de machiche, pimenta-de-cheiro, manga verde e cebola roxa, além de uma banana-da-terra selada e caramelizada.

“A ideia era trazer algo que valorizasse a nossa cultura. Confesso que não teve muita preparação, me inscrevi com a cara e coragem. Não imaginava chegar na final e agora a expectativa é ser o grande vencedor do SuperChef 2025”, comentou Victor Hugo.

A nutricionista Mohana Epaminondas Barros, uma das juradas técnicas, disse que foi uma honra participar do concurso. “Fui convidada para ser jurada técnica e, com muita emoção, tive a oportunidade de apreciar essa explosão de sabores. Todos os prêmios foram muito bem merecidos”, complementou a profissional.

Nesta 3ª etapa, todos os semifinalistas de cada diretoria receberam prêmios em dinheiro, com valores de R$ 3 mil para o 1º lugar, R$ 2 mil para o 2º e R$ 1 mil para o 3º lugar.

Já na final, os três primeiros colocados ganharão R$ 9 mil pelo 1º lugar, R$ 7 mil pelo 2º e R$ 5 mil pelo 3º.

Os pratos são avaliados por critérios como originalidade, sabor, apresentação e viabilidade de aplicação no cardápio escolar.

A competição final será no dia 3 de setembro, no Senac Boa Esperança, em Cuiabá. A premiação será realizada durante cerimônia com jantar, em local ainda a ser definido.

A competição final será no dia 03 de setembro no Senac Boa Esperança, em Cuiabá. A premiação será realizada em cerimônia de jantar com local ainda a definir.

Confira abaixo o resultado:
RoseIi Mendes De Sá Silva, EE Nova Canãa – Nova Canãa
Delmaci Souza Da Silva, Ee Irmã Diva Pimentel – Barra Do Garças
Demerval Ferreira Vanini, Ee Senador Mario Motta – Cáceres
Nair Mathias De Souza Costa, Ee 29 De Julho – Confresa
Victor Hugo mota da Costa Viana, EE Prof. José Mendes Martins, Várzea Grande
Mafalda Da Cruz Vieira, Ee Marechal Candido Rondon – Nobres
Danilza Rebeca Maniha, Eei De Educação Básica Myhyinymykyta Skiripi – Brasnorte
Silvana Gonçalves Lima, EE Militar Tiradentes 2º SGT PM Luciano José Qeuiroz- Peixoto de Azevedo
Simoni Vieira Oliveira, Ee Sao Jose, Pontes E Lacerda
Marlene Gonçalves Da Silva, Ee Osvaldo Candido Pereira, Paranatinga
Rosely Aparecida Da Cruz, Ee Sagrado Coração De Jesus – Rondonópolis
Regiane Maria Freitas Blosfeld, Ee Cleufa Hubner – Sinop
Geraldina Maria de Oliveira Vala, EE Prof. João Batista – Tangará da Serra

Para saber em detalhes os outros 12 pratos ganhadores de cada DRE, acesse o site AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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TJMT e TVCA promovem fórum “Destinos Roubados: a epidemia do feminicídio”

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A imagem mostra cinco mulheres e um homem sentados em cadeiras brancas num palco. Todos vestem roupas formais e têm pele clara. O homem é o juiz Marcos Terêncio, que veste terno escuro e usa óculos de grau. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em parceria com a TV Centro América (TVCA), realizou nesta sexta-feira (29), em Cuiabá, o fórum “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio”. O evento ocorreu no auditório da emissora e reuniu representantes do sistema de Justiça, forças de segurança, instituições públicas e especialistas para discutir ações de enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso.

O encontro integrou o encerramento do projeto jornalístico especial “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio”, série documental composta por cinco reportagens sobre violência doméstica, feminicídio e os impactos sociais provocados por esse tipo de crime. O trabalho foi dirigido pela jornalista Ariane Locatelli.

Representando o TJMT no fórum, participaram dos debates os magistrados da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, juiz titular Marcos Agostinho Terêncio e a juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa.

Rede de enfrentamento e prevenção

Durante o encontro, foram discutidos os principais desafios da rede de enfrentamento à violência doméstica, o acolhimento às vítimas, medidas de prevenção, atendimento aos órfãos do feminicídio e a integração entre as instituições.

A imagem mostra a juíza Ana Graziela falando ao microfone durante entrevista para a TV Justiça. Ela é uma mulher de pele clara, cabelos lisos e loiros e olhos escuros. Veste roupa preta. A juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa destacou que o fórum reuniu toda a rede de enfrentamento para refletir e, ao final, elaborar uma carta de compromissos com o objetivo de modificar a realidade da violência contra a mulher no estado.

Para ela, o fortalecimento das redes é fundamental para ampliar a proteção às vítimas. “Sozinho ninguém consegue resolver o problema da violência doméstica. Hoje, dos 142 municípios de Mato Grosso, 123 já possuem redes de enfrentamento instaladas. Esse é um espaço para fortalecer vínculos, promover maior engajamento e qualificar o atendimento prestado às mulheres”, ressaltou.

A magistrada também enfatizou a importância de ações preventivas e do trabalho voltado aos autores de violência doméstica. “Não adianta tratar apenas das mulheres. É preciso trabalhar também com o autor da violência. O homem que participa dos grupos reflexivos dificilmente volta a delinquir”, explicou.

Ana Graziela destacou ainda iniciativas desenvolvidas pelo Poder Judiciário e parceiros, como o projeto “A Escola Ensina, a Mulher Agradece”, palestras sobre a Lei Maria da Penha nas escolas e capacitações realizadas com professores da rede pública. “Precisamos trabalhar desde cedo com as crianças e adolescentes para construir relações pautadas no respeito e impedir que novos casos de violência cheguem ao sistema”, concluiu.

Responsabilização e conscientização

A imagem mostra o juiz Marcos Terêncio durante sua participação no debate sobre violência doméstica. Ele é um homem de pele clara, cabelos grisalhos nas temporas, olhos escuros e usa óculos de grau. Está segurando o microfone com a mão direita. Veste terno e gravata pretos e camisa branca. O juiz Marcos Terêncio destacou que o enfrentamento à violência doméstica passa pela responsabilização dos agressores, mas também por ações de conscientização e transformação de comportamento.

O debate conduzido por ele no fórum abordou “a responsabilidade penal dos agressores, tanto pela punição propriamente dita, quanto pelos sistemas de autorresponsabilização”. Ele citou os Grupos Reflexivos para homens, desenvolvidos pelo Judiciário.

“A intenção é diminuir a reincidência, demonstrando, de um lado, que a punição é certa e célere e, de outro, fazer com que esses homens reflitam sobre a violência, o machismo enraizado e os impactos causados às vítimas e às próprias famílias”, afirmou.

O magistrado também ressaltou a importância da abordagem adotada durante a série exibida pela emissora. “As narrativas são dramáticas, mas não sensacionalistas. O protagonismo é da mulher. O agressor não deve ser o protagonista da história, mas precisa reconhecer o seu papel e compreender o que a violência causa para todos ao seu redor”, completou.

Parceria institucional

A imagem mostra o diretor de Conteúdo da TVCA, Marcello Rosa. Ele é um homem de pele clara, cabelos loiros curtos, olhos azuis e barba por fazer branca. O diretor veste camisa social azul clara. Atras dele aparece o palco do auditório da emissora. Para o diretor de Conteúdo da TVCA, Marcello Rosa, o enfrentamento à violência contra a mulher exige mobilização permanente da sociedade e atuação conjunta das instituições.

De acordo com ele, a parceria com o TJMT fortalece o debate e amplia a capacidade de mobilização social. “A Justiça é fundamental nesse processo. A melhor parceria possível é ter o TJ encabeçando a organização desse evento e trazendo outros players para essa discussão. É assim que vamos transformando a sociedade, mudando pensamentos e garantindo mais segurança para as mulheres, principalmente por meio da educação”, destacou.

Do luto à luta

Alenir Gomes da Silva, mãe de uma vítima de feminicídio, participou da série documental. Aline tinha 20 anos e um filho de quatro anos quando foi morta pelo marido, em 2020.

“Ela tentava sair da relação, mas não conseguia. Muitas coisas ela não contava porque tinha medo dele. Eu tentei registrar boletim de ocorrência, mas naquela época diziam que quem precisava denunciar era a vítima”, relembrou.

Ao defender a importância de dar visibilidade aos casos de violência doméstica, Alenir explicou que decidiu participar da série para conscientizar outras mulheres e famílias. “Enquanto eu continuar falando, divulgando, alguém vai cair na real e perceber os sinais. É importante que ninguém esqueça.”

Ela também ressaltou a necessidade de investir em educação e prevenção desde a infância. “Tem que começar cedo, na escola, conscientizando meninos e meninas sobre respeito e sobre como a violência começa”, disse.

A imagem mostra o auditório da TVCA lotado com a plateia do fórum Destinos Roubados. A maioria da audiência é composta por mulheres. Carta de Compromisso Institucional

Ao final do fórum, as instituições participantes construíram uma Carta de Compromisso Institucional com propostas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de prevenção e combate ao feminicídio no estado, que somente neste ano já registrou 18 feminicídios, deixando órfãs 22 crianças e adolescentes, além de 79 tentativas de feminicídio.

Série disponível no Globoplay

Os episódios da série “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio” estão disponíveis no aplicativo Globoplay, com as edições exibidas entre os dias 25 e 29 de maio no telejornal Bom Dia MT.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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