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Com dados, capacitação e articulação, TCE-MT consolida agenda ambiental contínua no biênio

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Mobilização pelo meio ambiente envolve diferentes instituições e passa pelo desenvolvimento do estado. Clique aqui para ampliar

Nos últimos dois anos, a Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade (COPMAS) do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) deu novo rumo à atuação da instituição na área ambiental, conectando iniciativas antes isoladas e ampliando o apoio técnico aos municípios em temas sensíveis como resíduos, fogo, regularização e governança ambiental. A partir de uma visão ampla de desenvolvimento, o objetivo foi alinhar políticas de produção, conservação e inclusão social. 

Assim, o que começou como articulação evoluiu para um trabalho de escala estadual, sustentado por dados, ferramentas inéditas, capacitações de gestores e união entre os Poderes. “O objetivo é orientar ações para a proteção dos nossos ecossistemas, do clima e também de combate à pobreza. Com isso, estamos fazendo justiça social, melhorando o acesso à água potável, saneamento, energia limpa e outros serviços”, explica o presidente do TCE-MT e da Comissão, conselheiro Sérgio Ricardo. 

A começar pela urgência no cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em 2024 o Tribunal iniciou um estudo sobre a substituição dos lixões, identificando as dificuldades financeiras e operacionais das Prefeituras. Na sequência, a Comissão mobilizou Estado, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e representantes de 10 municípios da Região Oeste para estruturar um consórcio e viabilizar a construção de um aterro sanitário regional. 

Em 2025, municípios do Médio Norte e da Baixada Cuiabana passaram a integrar as discussões, que resultaram na instalação de mesas técnicas que no ano que vem apontarão soluções conjuntas. “Nenhuma prefeitura, rica ou pobre, pode deixar de dar destinação correta aos resíduos sólidos. Mas o investimento é muito alto e muitas cidades não produzem volume suficiente de lixo que justifique o gasto. A solução é o consórcio”, afirma o presidente.

 “Hoje, temos um lixão a céu aberto e enfrentamos o problema do lixo no entorno do Lago do Manso, que cresce muito. Então, é um momento oportuno para contarmos com o conselheiro na busca por uma solução”, afirmou o prefeito de Chapada dos Guimarães, Osmar Froner. “A sensibilidade do presidente Sérgio em relação aos resíduos é o que dá credibilidade ao projeto. O que nos preocupa é como os municípios pequenos vão resolver essa questão”, acrescentou o prefeito de Diamantino, Chico Mendes. 

Os debates envolverão ainda a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), responsável pelo licenciamento ambiental, e a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), que poderá auxiliar na estruturação das estações de transbordo. “Em cada real investido no tratamento do lixo, economizam-se nove reais em saúde. Mato Grosso tem índice de hanseníase de 600% acima da média nacional e essa doença está diretamente relacionada à falta de saneamento básico”, diz Sérgio Ricardo. 

Enfrentamento a incêndios e desastres naturais 

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, assinou protocolo de intenções para a intensificação das ações de combate ao fogo. Clique aqui para ampliar

No enfrentamento ao fogo e aos desastres naturais, o trabalho da COPMAS foi pautado pela articulação institucional. Em abril de 2024, o Tribunal reuniu Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), Corpo de Bombeiros (CBMMT), Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) e Famato para firmar um protocolo voltado à prevenção e à resposta aos incêndios. Em seguida, a equipe cooperou com o TCE-MS para subsidiar o combate ao fogo no Pantanal. 

Mesmo diante deste cenário, um diagnóstico elaborado pela equipe revelou que 81% dos municípios não adotam medidas eficazes para prevenir desastres naturais. A partir disso, o TCE-MT recomendou, dentre outras medidas, a elaboração de planos de resposta e o fortalecimento das defesas civis municipais. As diretrizes da nota recomendatória também embasaram uma capacitação inédita, que reuniu mais de 400 gestores de 62 municípios no evento Proteção e Defesa Civil – Plano de Contingência. 

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Representantes de diversos municípios foram capacitados sobre proteção e Defesa Civil. Clique aqui para ampliar

Além de formação técnica, os participantes receberam orientação sobre acesso a recursos de fundos nacionais e internacionais, como o FNMC, PAC, BID e NDB. Em Guarantã do Norte, um dos poucos municípios com alta capacidade de resposta, a secretária Thaise Raquel Bechlin destacou a necessidade de ampliar a prevenção no meio rural. “Nosso plano precisa ser expandido para as áreas rurais, onde os incêndios são frequentes, inclusive em reservas indígenas.” 

Na ocasião, o assessor técnico da Defesa Civil Estadual, Lucas Chermont, que acompanhou a elaboração dos planos, ressaltou que a capacitação foi o primeiro passo para organizar a resposta municipal. “Agora que os gestores conhecem a doutrina e colocaram isso em prática, estão aptos a implantar o plano em seus municípios com clareza sobre suas funções. Esse é o ponto de partida para uma atuação eficaz.” 

Embora o desafio seja amplo, os efeitos do planejamento começaram a dar sinais. Setembro de 2025 registrou o menor número de focos de calor da série histórica do Inpe, com redução de 88% em relação ao ano anterior. “Muitas vezes, a principal causa de não acessar é a falta de informação. Os municípios não utilizam porque não conseguem chegar no dinheiro. Tem que estar preparado documentalmente, senão os recursos ficam disponíveis, mas fora do alcance”, afirmou o presidente.

Governança ambiental

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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O sistema “CAR Digital 2.0” foi apresentado ao TCE e ao TJMT, nesta quinta-feira, pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente. Clique aqui para ampliar

A governança ambiental também ganhou novas bases. Em fevereiro de 2025, a Comissão lançou o módulo Meio Ambiente do Radar de Controle Público, que reúne dados sobre biomas, desmatamento, focos de incêndio, saneamento, mineração e barragens. “Isso não apenas amplia a transparência da gestão, mas permite formular políticas mais assertivas. E nós temos urgência disso. O planeta já vem dando inúmeros sinais de que o modelo de exploração que adotamos não serve mais.”

Com relação à regularização ambiental, durante a apresentação do sistema CAR Digital 2.0, pela Sema-MT, o Tribunal se comprometeu a participar de um grupo de trabalho entre TCE, TJMT e a Secretaria para acelerar a validação de mais de 130 mil cadastros pendentes. “O licenciamento significa aprovação da produção. Todas as instituições têm que estar juntas para fazer Mato Grosso produzir mais e com o ambiente totalmente preservado”, disse Sérgio Ricardo.

No encontro, a titular da Sema, Mauren Lazzaretti explicou que o objetivo é que as propriedades rurais dos 142 municípios mato-grossenses estejam em conformidade com o Código Florestal Brasileiro. “Isso é importante para o crescimento econômico do estado e para que possamos de fato dar um exemplo para o restante do Brasil. O TCE pode criar esse elo entre o Governo e as iniciativas que existem nos municípios, fortalecendo a chegada desta solução aos produtores rurais.”

Educação para o futuro  

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Comissão realizou Gincana Ambiental Pequenos Guardiões da Natureza. Clique aqui para ampliar

Ciente de que as políticas ambientais só se consolidam com participação social, o Tribunal promoveu, em parceria com o Unicef, debates sobre o futuro do planeta com alunos da Escola Dom Pedro II. Da mesma forma, mobilizou servidores na Semana do Meio Ambiente. O papel de interlocução assumido pelo controle externo também foi destacado no Congresso Internacional de Sustentabilidade para Pequenos Negócios (Ciclos), realizado pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade (CSS). 

Para dar escalda à agenda, no evento Tribunais em Ação, representantes de 22 municípios discutiram Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e cidadania ambiental. Já a Gincana Ambiental Pequenos Guardiões da Natureza, que percorreu 14 municípios da Baixada Cuiabana, levou oficinas, plantio de mudas e atividades educativas para crianças de 6 a 11 anos, ampliando o alcance da política preventiva e envolvendo famílias, escolas e comunidades do interior do estado.

Conservação e desenvolvimento 

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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Equipe do TCE-MT acompanha avanços no Morro de Santo Antônio. Clique aqui para ampliar

No Morro de Santo Antônio ficou provado que a conservação e o desenvolvimento estão diretamente ligados. Durante inspeção realizada na unidade de conservação, em julho de 2025, o presidente Sérgio Ricardo destacou que o local tem potencial para se tornar um dos principais pontos turísticos da Baixada Cuiabana e reforçou a importância da atuação técnica e articulada dos órgãos de controle para destravar obras paralisadas.

As intervenções estão suspensas devido a ação do Ministério Público (MPMT), que apontou falhas como ausência de estudos técnicos, falta de projeto executivo e inexistência de licença ambiental. O Tribunal participa das discussões para garantir que a reestruturação da unidade siga critérios legais, ambientais e de segurança, assegurando o uso adequado de recursos públicos e a preservação do patrimônio natural. 

Em dezembro de 2025, o TCE fez parte da mobilização Rio Cuiabá + Limpo, desdobramento do projeto Travessia Pantaneira coordenado pelo MPMT articulando soluções para o desenvolvimento do Vale do Rio Cuiabá com foco em agricultura familiar, irrigação e coleta seletiva. Lá, Sérgio Ricardo defendeu o potencial da conservação aliada ao desenvolvimento, propondo um plano integrado para impulsionar a agricultura familiar e superar gargalos históricos da região.

Para a prefeita de Santo Antônio de Leverger, Francieli Magalhães, a principal dificuldade do município está na ausência de coleta seletiva estruturada. “Nós temos muitas dificuldades, principalmente com a coleta seletiva, porque os caminhões recolhem o lixo, mas não é feita a separação dos materiais. Segundo ela, ações integradas podem ajudar a reorganizar a realidade local. “Essas iniciativas fortalecem os municípios que têm pouca arrecadação e ajudam as prefeituras a planejar a vida das pessoas e dos produtores.”

Núcleos produtivos  

O presidente também iniciou articulação com a Embrapa Agrossilvipastoril para a criação de núcleos produtivos de agricultura familiar na Baixada Cuiabana, com foco na produção integrada de peixe, hortifruti e fruticultura utilizando a água do Rio Cuiabá. A iniciativa busca fortalecer a oferta local de alimentos, reduzir a dependência de cargas de outros estados e garantir renda a pequenos produtores.

Ao encerrar o biênio, a Comissão de Meio Ambiente consolidou um conjunto de ações que reforçam o papel do Tribunal como articulador de políticas preventivas e de desenvolvimento sustentável. Para Sérgio Ricardo, esse alinhamento será decisivo para os próximos passos. “Os resultados começam a aparecer quando unimos técnica, planejamento e compromisso. É assim que fortalecemos os municípios e ajudamos Mato Grosso a crescer de forma sustentável”, pontua.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Mato Grosso

TJMT e TVCA promovem fórum “Destinos Roubados: a epidemia do feminicídio”

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A imagem mostra cinco mulheres e um homem sentados em cadeiras brancas num palco. Todos vestem roupas formais e têm pele clara. O homem é o juiz Marcos Terêncio, que veste terno escuro e usa óculos de grau. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em parceria com a TV Centro América (TVCA), realizou nesta sexta-feira (29), em Cuiabá, o fórum “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio”. O evento ocorreu no auditório da emissora e reuniu representantes do sistema de Justiça, forças de segurança, instituições públicas e especialistas para discutir ações de enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso.

O encontro integrou o encerramento do projeto jornalístico especial “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio”, série documental composta por cinco reportagens sobre violência doméstica, feminicídio e os impactos sociais provocados por esse tipo de crime. O trabalho foi dirigido pela jornalista Ariane Locatelli.

Representando o TJMT no fórum, participaram dos debates os magistrados da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, juiz titular Marcos Agostinho Terêncio e a juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa.

Rede de enfrentamento e prevenção

Durante o encontro, foram discutidos os principais desafios da rede de enfrentamento à violência doméstica, o acolhimento às vítimas, medidas de prevenção, atendimento aos órfãos do feminicídio e a integração entre as instituições.

A imagem mostra a juíza Ana Graziela falando ao microfone durante entrevista para a TV Justiça. Ela é uma mulher de pele clara, cabelos lisos e loiros e olhos escuros. Veste roupa preta. A juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa destacou que o fórum reuniu toda a rede de enfrentamento para refletir e, ao final, elaborar uma carta de compromissos com o objetivo de modificar a realidade da violência contra a mulher no estado.

Para ela, o fortalecimento das redes é fundamental para ampliar a proteção às vítimas. “Sozinho ninguém consegue resolver o problema da violência doméstica. Hoje, dos 142 municípios de Mato Grosso, 123 já possuem redes de enfrentamento instaladas. Esse é um espaço para fortalecer vínculos, promover maior engajamento e qualificar o atendimento prestado às mulheres”, ressaltou.

A magistrada também enfatizou a importância de ações preventivas e do trabalho voltado aos autores de violência doméstica. “Não adianta tratar apenas das mulheres. É preciso trabalhar também com o autor da violência. O homem que participa dos grupos reflexivos dificilmente volta a delinquir”, explicou.

Ana Graziela destacou ainda iniciativas desenvolvidas pelo Poder Judiciário e parceiros, como o projeto “A Escola Ensina, a Mulher Agradece”, palestras sobre a Lei Maria da Penha nas escolas e capacitações realizadas com professores da rede pública. “Precisamos trabalhar desde cedo com as crianças e adolescentes para construir relações pautadas no respeito e impedir que novos casos de violência cheguem ao sistema”, concluiu.

Responsabilização e conscientização

A imagem mostra o juiz Marcos Terêncio durante sua participação no debate sobre violência doméstica. Ele é um homem de pele clara, cabelos grisalhos nas temporas, olhos escuros e usa óculos de grau. Está segurando o microfone com a mão direita. Veste terno e gravata pretos e camisa branca. O juiz Marcos Terêncio destacou que o enfrentamento à violência doméstica passa pela responsabilização dos agressores, mas também por ações de conscientização e transformação de comportamento.

O debate conduzido por ele no fórum abordou “a responsabilidade penal dos agressores, tanto pela punição propriamente dita, quanto pelos sistemas de autorresponsabilização”. Ele citou os Grupos Reflexivos para homens, desenvolvidos pelo Judiciário.

“A intenção é diminuir a reincidência, demonstrando, de um lado, que a punição é certa e célere e, de outro, fazer com que esses homens reflitam sobre a violência, o machismo enraizado e os impactos causados às vítimas e às próprias famílias”, afirmou.

O magistrado também ressaltou a importância da abordagem adotada durante a série exibida pela emissora. “As narrativas são dramáticas, mas não sensacionalistas. O protagonismo é da mulher. O agressor não deve ser o protagonista da história, mas precisa reconhecer o seu papel e compreender o que a violência causa para todos ao seu redor”, completou.

Parceria institucional

A imagem mostra o diretor de Conteúdo da TVCA, Marcello Rosa. Ele é um homem de pele clara, cabelos loiros curtos, olhos azuis e barba por fazer branca. O diretor veste camisa social azul clara. Atras dele aparece o palco do auditório da emissora. Para o diretor de Conteúdo da TVCA, Marcello Rosa, o enfrentamento à violência contra a mulher exige mobilização permanente da sociedade e atuação conjunta das instituições.

De acordo com ele, a parceria com o TJMT fortalece o debate e amplia a capacidade de mobilização social. “A Justiça é fundamental nesse processo. A melhor parceria possível é ter o TJ encabeçando a organização desse evento e trazendo outros players para essa discussão. É assim que vamos transformando a sociedade, mudando pensamentos e garantindo mais segurança para as mulheres, principalmente por meio da educação”, destacou.

Do luto à luta

Alenir Gomes da Silva, mãe de uma vítima de feminicídio, participou da série documental. Aline tinha 20 anos e um filho de quatro anos quando foi morta pelo marido, em 2020.

“Ela tentava sair da relação, mas não conseguia. Muitas coisas ela não contava porque tinha medo dele. Eu tentei registrar boletim de ocorrência, mas naquela época diziam que quem precisava denunciar era a vítima”, relembrou.

Ao defender a importância de dar visibilidade aos casos de violência doméstica, Alenir explicou que decidiu participar da série para conscientizar outras mulheres e famílias. “Enquanto eu continuar falando, divulgando, alguém vai cair na real e perceber os sinais. É importante que ninguém esqueça.”

Ela também ressaltou a necessidade de investir em educação e prevenção desde a infância. “Tem que começar cedo, na escola, conscientizando meninos e meninas sobre respeito e sobre como a violência começa”, disse.

A imagem mostra o auditório da TVCA lotado com a plateia do fórum Destinos Roubados. A maioria da audiência é composta por mulheres. Carta de Compromisso Institucional

Ao final do fórum, as instituições participantes construíram uma Carta de Compromisso Institucional com propostas voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de prevenção e combate ao feminicídio no estado, que somente neste ano já registrou 18 feminicídios, deixando órfãs 22 crianças e adolescentes, além de 79 tentativas de feminicídio.

Série disponível no Globoplay

Os episódios da série “Destinos Roubados: A Epidemia do Feminicídio” estão disponíveis no aplicativo Globoplay, com as edições exibidas entre os dias 25 e 29 de maio no telejornal Bom Dia MT.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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