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Produção fotográfica das mulheres do Pará é tema de exposição no Rio

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A rica produção fotográfica das mulheres do Pará é o tema da exposição Vetores-Vertentes, que foi aberta nesta quarta-feira (11), no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, após temporadas de repercussão nas unidades do espaço cultural em Belo Horizonte, em Brasília e em São Paulo.

O projeto é idealizado pelo Museu das Mulheres, o primeiro museu brasileiro dedicado a elas, para promover o protagonismo feminino com atuação pública, social e cultural.

A mostra reúne 170 obras de 11 artistas. Uma das participantes é Leila Jinkings, que também é documentarista e jornalista. Ela apresenta 13 obras, com observações feitas sobre etnias, costumes e lutas. Leila fala sobre a importância da mostra:

“Um resgate importante da fotografia paraense, principalmente porque ela estudou o trabalho das mulheres fotógrafas. Isso foi muito importante, mostrar a força desse trabalho.”

A fotógrafa destaca ainda os múltiplos olhares presentes na exposição:

“Mostra, com muita riqueza, com muita diversidade, o olhar feminino da fotógrafa do Pará, nossa narrativa da região, aquela visualidade amazônica que a gente vê, constrói e quer mostrar”.

Além de fotografias, o acervo é composto por vídeos e jornais, entre outros recursos. A exposição aposta também na ampliação sensorial da experiência do público, com instalações aromáticas criadas especialmente para a mostra, entre outros elementos interativos e imersivos.

A mostra Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará é apresentada pelo Ministério da Cultura e fica em cartaz até o dia 30 de março. A entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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Maceió recebe encontro de mestras e mestres do Notório Saber

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Começou nesta quarta-feira (1º), em Maceió (AL), o Encontro de Mestras e Mestres do Notório Saber no Brasil. O evento acontece no Centro Cultural Reitor João Sampaio, no bairro do Farol, até a próxima sexta-feira (3). A promoção é do Ministério da Cultura em parceria com a Federação das Organizações da Cultura Popular e do Artesanato de Alagoas, o Instituto Federal do Ceará e o Centro Universitário Cesmac.

São mais de 300 participantes, entre mestras e mestres de todos os estados do país, além de pesquisadores, docentes, representantes de instituições de ensino e de grupos das culturas tradicionais e populares.

No Instagram @academico.cesmac é possível realizar a inscrição e ter acesso a programação que inclui mesas de debate, apresentações culturais e atividades voltadas ao fortalecimento do reconhecimento e inclusão dos conhecimentos tradicionais no Ensino Superior.

Um dos destaques do encontro é a criação da Rede Nacional de Universidades e Institutos para o Notório Saber de Mestras e Mestres das Culturas Tradicionais e Populares, que tem como objetivo, entre outros, garantir que a diversidade cultural do Brasil seja refletida nas práticas acadêmicas.

Em outro momento acontecerá a solenidade de concessão do Título de Notório Saber, que busca reconhecer e valorizar os grandes guardiões das culturas tradicionais brasileiras como artesãos, cordelistas, mestres de folguedos, rezadeiras, lideranças indígenas e quilombolas, valorizando os seus conhecimentos, trajetórias e formas próprias de produção e transmissão de saberes

Entre as manifestações culturais de todo país que se apresentarão estão Boi Pura Raça, Baianas Voltam a Sorrir, Boi do Canário e Blocos Centenários de Pilar, Maracatu Baque Alagoano, Orquestra de Tambores de Alagoas, Taieiras de São Miguel, Fandango do Pontal e o Pastoril da Mestra Dôra.
 




Fonte: EBC Cultura

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