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Fiéis acompanham Via Sacra de Sexta-Feira Santa no Distrito Federal

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Milhares de fiéis acompanham a Via Sacra nesta Sexta-Feira Santa no Morro da Capelinha, em Planaltina, região administrativa do Distrito Federal, a cerca de 40 quilômetros de Brasília. O evento, que completa 53 anos em 2026, é o grande destaque da programação religiosa da capital, reunindo fé, tradição e cultura. As encenações começam a partir das 15h, primeiro com a celebração da Cruz, seguida da Paixão de Cristo. O diretor-geral do grupo da Via Sacra do Morro da Capelinha, Preto Rezende, destaca a força da comunidade para tornar o evento um dos mais tradicionais do país. Preto conta que a encenação reserva muitas surpresas para o público:

“15 horas, a celebração da Cruz… o bispo Dom Paulo Cezar, bispo de Brasília, preside a celebração da Cruz. Às 16 horas inicia todo o trabalho das encenações, né? Da cidade, o julgamento, as flagelações, as 14 estações dolorosas e, para o público que fica, que a gente não fica também só na Cruz… nós acreditamos na ressurreição! Então, a gente faz a 15ª estação, que é a estação gloriosa, onde Jesus é ressuscitado”, conta.

Em 2025, mais de 100 mil pessoas acompanharam a Via Sacra no Morro da Capelinha, em Planaltina. O espetáculo contou ainda com cerca de 1.400 voluntários, entre produção, atores e figurantes. 


Fonte: EBC Cultura

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Nova edição do projeto Cariri Cangaço começa nesta quinta

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A cidade pernambucana de Betânia recebe mais uma edição do projeto Cariri Cangaço, desta vez no mês em que se relembra o Massacre de Angico, ocorrido em 28 de julho de 1938. Na ocasião, o bando de Lampião foi surpreendido e emboscado por tropas policiais na Grota do Angico, interior do estado de Sergipe, culminando com a morte do líder, de Maria Bonita e outros cangaceiros.

No evento, que começa nesta quinta-feira (16) e segue até o próximo sábado (18), entre os principais atrativos estão as visitas a locais históricos da cidade de Betânia ligados ao cangaço. Estão previstas visitas aos sítios Taboquinha, Saco dos Pequenos e Melância, à comunidade Jurema e ao Centro de Betânia, onde serão abordados acontecimentos ligados à trajetória de Lampião e outros personagens ligados ao movimento cangaceiro.

A abertura do projeto é nesta quinta-feira, às 18h, no Clube Oásis do Sertão, com entrega de comendas para familiares das Volantes, dos Cangaceiros e das vítimas do bando de Lampião. Além da exibição do curta-metragem Achei no Sertão, do fotógrafo Aldamir Júnior, o evento tem a apresentação do grupo de xaxado Os Navieiros, e palestra com o historiador e pesquisador Louro Teles, autor do livro A maior batalha de Lampião: Serra Grande e a invasão de Calumbi

Outro destaque é o lançamento do livro Martírio no Cangaço da escritora e pesquisadora Luma Hollanda, que aborda a vida e a trágica morte da cangaceira Lídia e de sua relação com Zé Baiano, outro membro do bando de Lampião. Luma é membro da Academia Brasileira de Estudos do Sertão Nordestino e do Grupo Sergipano de Estudos do Cangaço.

Criado em 2009 pelo cearense Manoel Severo, o Seminário Cariri Cangaço nasceu em Paulo Afonso, na Bahia, durante as comemorações do Centenário de Maria Bonita. Ao longo dos anos se transformou em um evento itinerante de grande alcance, promovendo o debate, a pesquisa e o fortalecimento da história e da identidade cultural do sertão nordestino.
 


Fonte: EBC Cultura

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