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Várzea Grande avança com revitalização urbana a partir de compensação de empresa privada

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A compensação urbana é um instrumento justo e moderno e prova que setor público e o privado podem caminhar juntos em benefício da população

A Prefeitura de Várzea Grande deu mais um passo importante na melhoria da qualidade de vida da população. Dois becos da cidade — localizados na Rua São Benedito e na Travessa Santo Expedito na região da Alameda — serão totalmente revitalizados graças a um termo de compensação firmado com a empresa Obra Max, que em breve instalará uma unidade no Município.

O projeto, elaborado pela equipe técnica da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação (SMDURFH), prevê a requalificação completa dos espaços. As propostas incluem nova pavimentação, instalação de iluminação adequada, calçadas acessíveis, paisagismo e áreas de convivência para os moradores. A ideia é transformar becos antes degradados em locais mais seguros, limpos e integrados à comunidade, promovendo dignidade urbana e fortalecendo o sentimento de pertencimento dos moradores.

A secretária Manoela Rondon, que liderou o processo, destaca a importância da parceria com a iniciativa privada. “A compensação urbana é um instrumento justo e moderno. As empresas que se instalam em Várzea Grande precisam contribuir para o desenvolvimento da cidade e para a melhoria da vida de quem aqui mora. Esse projeto mostra como o setor público e o privado podem caminhar juntos em benefício da população”.

A prefeita Flávia Moretti (PL) também ressaltou que a instalação da Obra Max já vinha sendo tratada com responsabilidade pelo Executivo Municipal. “Há meses estivemos reunidos com os representantes da empresa e deixamos claro que em Várzea Grande não abrimos mão da contrapartida social e urbana. O investimento privado precisa gerar emprego e renda, mas também precisa melhorar a cidade para as famílias que vivem aqui. Essa revitalização é um exemplo concreto do nosso modelo de gestão”.

BECO DA RUA SÃO BENEDITO – O espaço receberá uma urbanização completa, com pavimentação em piso intertravado, iluminação pública eficiente e instalação de calçadas acessíveis, permitindo maior segurança e circulação de pedestres. O projeto também prevê o plantio de árvores e pequenas áreas de paisagismo, criando um ambiente mais agradável e humanizado para os moradores.

BECO DA TRAVESSA SANTO EXPEDITO – Neste ponto, a revitalização terá foco na reestruturação do caminho de pedestres, hoje precário e sem infraestrutura mínima. O projeto contempla a pavimentação do beco, melhoria da drenagem, iluminação pública e criação de áreas de permanência com bancos e arborização, promovendo convivência e segurança para as famílias que utilizam o espaço diariamente.

“Com a aprovação do Conselho da Cidade e a execução da obra pela compensação urbana, a Prefeitura reafirma o compromisso de promover desenvolvimento aliado à responsabilidade social, garantindo que o crescimento econômico chegue também às comunidades”, pontuou a secretária Manoela Rondon.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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