Várzea Grande
Presidente da Câmara recebe convite para inauguração de nova agência do Sicredi em Várzea Grande
Várzea Grande
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Wanderley Cerqueira, recebeu representantes do Sicredi Sudoeste para o convite oficial da cerimônia de inauguração da Agência Alzira Santana, a quinta unidade da instituição no município.
A comitiva do Sicredi foi composta pelos representantes Willian, Amanda e Anderson Aleixo, que assumirá a gerência da nova agência. Também acompanharam a agenda o diretor financeiro Giorgio Antônio e a diretora geral Lorineide Inhan.
O encontro contou ainda com a presença do vereador Rogerinho da Dakar, que destacou a importância da expansão da cooperativa de crédito para o fortalecimento econômico da cidade.
A inauguração da nova agência está marcada para o dia 09 de setembro de 2025, às 10h, na Avenida Alzira Santana, nº 1033, Centro.
“É uma satisfação ver instituições como o Sicredi investindo em Várzea Grande. A abertura desta nova agência demonstra confiança no potencial do nosso município e garante mais acesso da população a serviços financeiros de qualidade”, destacou o presidente Wanderley Cerqueira.
Várzea Grande
Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.
Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.
Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.
De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.
A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.
As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.
Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.
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