Várzea Grande
Prefeitura realiza Operação Tapa-Buraco nos bairros Hélio Ponce e Canelas
Várzea Grande
O foco da atual gestão é recuperar a maior quantidade possível de vias que estavam intrafegáveis e há muito tempo sem manutenção adequada
Equipes da Secretaria Municipal de Viação e Obras estiveram nos bairros Hélio Ponce (Cristo Rei) e Canelas, executando serviços de manutenção viária por meio da Operação Tapa-Buraco. As ações tiveram como objetivo recuperar a trafegabilidade das vias, garantindo mais segurança e mobilidade aos moradores.
Durante a execução dos trabalhos, as equipes atuaram na recomposição do pavimento asfáltico em trechos danificados, melhorando as condições de deslocamento e o fluxo de veículos nas regiões atendidas. Os serviços terão continuidade em vias próximas, que também apresentam a necessidade de intervenção emergencial.
A Prefeitura informa que o cronograma de operações segue em andamento e, em breve, novas ruas e bairros serão contemplados com serviços de tapa-buraco e recapeamento. O foco é recuperar a maior quantidade possível de vias que estavam intrafegáveis e há muito tempo sem manutenção adequada.
O Município mantém o compromisso de dar prioridade aos pontos mais críticos, identificados pela equipe técnica de fiscalização, e reforça que o trabalho realizado será contínuo, objetivando a melhoria da qualidade de vida dos várzea-grandenses e a garantia de uma cidade mais segura e acessível para todos.
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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.
Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.
Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.
De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.
A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.
As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.
Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.
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