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Prefeitura de Várzea Grande cria estratégias de apoio a nova fase das obras do BRT  

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Intervenção será executada pela Sinfra MT em parceria com o Município e contará com atuação integrada das Secretarias Municipais e da Guarda Municipal para garantir segurança viária e mobilidade

A Prefeitura de Várzea Grande informa que, a partir desta sexta-feira (29), terá início uma nova fase das obras do BRT – Bus Rapid Transit – na região da trincheira do Zero Km, na Avenida da FEB. A intervenção será necessária para a instalação de oito caixas de drenagem e seguirá até o dia 6 de setembro, conforme cronograma apresentado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), responsável pela execução em parceria com o Município.

O trecho terá interdição parcial ou total, a depender do andamento dos trabalhos, e contará com a atuação integrada das Secretarias Municipais de Viação e Obras e de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, além da Guarda Municipal, para garantir segurança viária, fluxo e orientação à população.

Equipes técnicas já realizam levantamentos no local para definir as medidas adequadas de bloqueio. Durante o período de obras, agentes de trânsito estarão presentes para orientar condutores, indicar rotas alternativas e minimizar os transtornos no fluxo de veículos.

A Guarda Municipal reforçará as ações com a continuidade da Operação Via Azul, que já atua nos horários de maior movimento pela manhã e no fim da tarde, para dar fluidez ao tráfego e melhorar a mobilidade na região.

A obra integra o projeto do BRT, que prevê a modernização do sistema de transporte coletivo e a ampliação da infraestrutura de mobilidade urbana na Região Metropolitana de Cuiabá e Várzea Grande.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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