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Morre em Cuiabá a jornalista Lauristela Guimarães; prefeita de Várzea Grande manifesta pesar

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A Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, manifesta profundo pesar pelo falecimento da jornalista Lauristela Guimarães, ocorrido na madrugada desta segunda-feira, 09 de março, no Hospital Santa Rosa, em Cuiabá, após uma longa e corajosa batalha contra o câncer que enfrentava há alguns anos.

Lauristela construiu uma trajetória marcada pela dedicação, sensibilidade e talento. Foi uma profissional reconhecida por muitos anos de trabalho no jornalismo televisivo em Mato Grosso e se destacoue também como editora da Revista Camalote. Bacharel em Direito, empreendedora e CEO da Pousada Boutique Château Camalote, ela reunia em sua vida diferentes expressões de criatividade, trabalho e amor pela cultura.

Mãe e avó, Lauristela também se definia pela arte e pela intensidade com que viveu. “Eu faço arte porque apenas a vida não basta”, frase que traduzia sua forma sensível e apaixonada de olhar o mundo.

A prefeita Flávia Moretti se solidariza com familiares, amigos e todos aqueles que tiveram o privilégio de conviver com Lauristela, desejando força e conforto para enfrentar esta perda .

A família informou que o velório será realizado de forma reservada, apenas para familiares.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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