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Guarda Municipal prende homem por assediar sexualmente mulher no Centro de Várzea Grande

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Vítimas repassaram as características do suspeito e a guarnição o localizou rapidamente. Durante a abordagem, ficou comprovado que o acusado possui passagens pela Lei Maria da Penha, assédio sexual e furto

A Guarda Municipal de Várzea Grande prendeu um homem de 52 anos, com as iniciais J.B.M.J, que estava assediando sexualmente uma mulher em uma sorveteria, na Avenida Couto Magalhães, no Centro da cidade e em plena luz do dia.

Conforme o boletim de ocorrência, a guarnição foi acionada pelo marido de uma das vítimas presentes ao local dos fatos. Ele quem passou as características físicas e as vestimentas do suspeito. A equipe da Guarda Municipal agiu de forma rápida e localizou o suspeito, uma das vítimas confirmou a identificação do acusado.

Ela ainda detalhou o crime, contou que o denunciado chegou ao local e começou a falar que “queria ter relações sexuais e que não possuía dinheiro para programa”. Segundo a vítima, o suspeito chegou a se masturbar no banheiro do estabelecimento.

A Guarda Municipal também informa que o acusado possui passagens pela Lei Maria da Penha, assédio sexual e furto. O suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes para devidas providências legais e registro de ocorrência.

GUARDA MUNICIPAL NAS RUAS – A Guarda Municipal de Várzea Grande tem intensificado a segurança em áreas comerciais com grande circulação de pessoas na região Central e na região do grande Cristo Rei.

A GM ampliou rondas nos principais pontos da cidade como: Terminal André Maggi, rotatória do Shopping, avenida Couto Magalhães, avenida Filinto Müller, avenida Ary Paes Barreto, avenida Alzira Santana, praça Áurea Braz, entre outros importantes locais os quais há maior circulação de moradores.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Polícia Federal investiga grupo suspeito de fraudes com crédito consignado e cumpre 13 mandados

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Fugazi para aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de aplicar fraudes por meio de operações de crédito consignado e cartão de crédito consignado. Segundo a PF, o esquema teria causado prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal em Mato Grosso.

Além das buscas, a Justiça determinou o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a investigação, há indícios de que empresas ligadas ao grupo tenham estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com taxas de juros elevadas.

A Polícia Federal apura ainda se o modelo utilizado dificultava a quitação das dívidas pelos clientes, podendo provocar o aumento do saldo devedor ao longo do contrato.

As investigações também envolvem a apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir no decorrer da apuração.

Segundo a PF, as medidas cautelares têm como objetivo reunir novas provas, rastrear a movimentação dos recursos financeiros e esclarecer a participação de cada um dos investigados no suposto esquema.

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